Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

Uma Outra Moeda, Uma Moeda da CPLP? Em Memória do Império Templário Também, ( e, confesso, errei)

A moeda, todos o sabemos, nasceu e ainda é, em parte, um simples instrumento facilitador da troca. Por isso também, é, ainda em parte, uma simples unidade de conta. Em consequência destas duas características a moeda “ganhou vida” e, em parte com a vida que os Templários lhe deu, recordo, (abaixo verão porque o recordo), virou um bem e, por isso, em parte também, passou a ser razão para gerar um negócio. Gerido predominantemente pelos Estados e pelos Bancos. Com a fragilização dos Estados nesta recém globalização os Bancos assumiram o poder, gerando um crescimento exponencial do negocio financeiro…que hoje predomina sobre os restantes, inventando uma vida que a vida não tinha… Em paralelo a este negócio nasceram outros, sendo que o “mais moderno” é o negócio da “classificação dos negócios das moedas”, uma forma de negócio altamente duvidoso, feito por “experts” que já vimos por demais vezes a serem burlões, (os gregos bem no-lo podiam contar…), pois que, enquanto negócio recente, não tem ainda as exigências de controlo de qualidade que por exemplo a Banca hoje definitivamente tem, por muito que tal custe, (sabe-se lá a razão), a alguns PC’s e a alguns BE’s…porque Marx rir-se-ia, morreria a rir até, das suas razões. Daí que esse negócio, todo ele feito de fortes aparências “técnicas”, viva sobretudo do lobismo e da satisfação de interesses seriamente obscuros, como por exemplo, pôr fim à experiencia que foi a União Europeia e a sua moeda, o euro. Defensor da adesão de Portugal à CEE, e da União Europeia dela nascida, achei quase sempre que, em relação ao euro, haveria que o assumir com muitas “sopas e cautelas” não olhando somente para os discursos “técnicos” mas sobretudo para as opções políticas que poderiam dar-lhe poder, ou destrui-lo. Hoje não é difícil escrever o que escrevo, mas como “dei formação” aquando da introdução do euro, terei, “por aí” o manual que fiz e onde descrevi as limitações possíveis na implementação desta moeda que seria a europeia. O que alias nem é importante. Como já escrevi, os EUA têm Estados, geridos pelo dólar, que, (Deus e os homens o sabem), nem o Kwanza deveriam utilizar, (já que o Kwanza, fraco que é, tende a vir a ser uma moeda forte, a médio prazo, o que não sucederá tão cedo a esses Estados), dada a fragilidade de tais Estados americanos, na sua estabilidade, financeira, economia e social e até no que respeita à sua coesão cultural….e, desses Estados, as tais empresas deste novo negócio nem falam. Mas aos EUA poderia acrescentar a República Popular da China, nas suas componentes “comunistas” ( com aspas para não ofender amigos meus), e mesmo, espantem-se a Alemanha e até a França…. Nesses cantos do Planeta, o que lhes salva é o todo e não a parte e, claro, a solidariedade que a “parte forte” tem sobre as “partes fracas”. Na verdade, às componentes que podem classificar a moeda, há uma que propositadamente não escrevi acima, que é a de instrumento de representação de um Estado, onde as “partes fortes” do mesmo protegem as “partes fracas” nele existentes, por interesse e por solidariedade. Claro que enquanto Bem disponível no Mercado, as moedas podem ser alvo de troca, de negócio, de especulação também enfim, mas as mais das vezes são alvo de ataques frontais e ou subtis que têm por detrás somente o desejo de as destruir, ou no mínimo de as fragilizar. O que só pode ser combatido tendo em conta as solidariedades “do todo” para com as “partes fracas”, em nome da tal representatividade do Estado, no caso da União Europeia. Ora o que estamos a viver é a demonstração da falta de solidariedade, (o que não é de espantar num francês e ou num alemão de Direita, reconhecidamente nacionalistas serôdios), havendo um estúpido interesse dessas componentes, francesas e alemãs, no sentido de relevar o seu interesse em, no mínimo, dominar as “partes hoje fracas” e não de com elas serem solidárias. Citei, em texto anterior, um cidadão alemão e um cidadão francês, verdadeiros e antigos leaderes europeus, opositores de Merkel e de Sarkozy, para demonstrar que o erro está na visão direitista, nacionalista, serôdia, destes leaderes actuais, (que, segundo os primeiros, nem leaderes são) e não nem nos alemães, nem nos franceses. (E claro para que não me acusassem de xenófobo…) Já o disse, apoiei a adesão à CEE e o nascimento da União Europeia, mas nunca esqueci um outro Sonho, para mim bem mais interessante e bem mais querido – a criação de uns Estados Unidos de Expressão Portuguesa, sonho de muitos e bons velhos Maçons e Republicanos, e recordo, de entre eles, Fernando Pessoa, e Norton de Matos! (Como poderia citar, noutro campo, Almada Negreiros claro, e a sua ideia, comum a Fernando Pessoa, do V Império, ou, melhor dito, o Império Templário, que o salazarento salazarismo destruiu). Bem, errei confesso, (os meus filhos que me perdoem este erro), pois deveria ter estado mais atento e mais convicto na necessidade de combater pelos Estados Unidos de Expressão Portuguesa. Tudo indica que esta crise ora vivida, planetária, vai doer bem mais do que se esperava quando ela nasceu, em 2008, pois ninguém sofrerá pouco com o desaparecimento do euro. Mesmo os franceses e os alemães entenderão tal quando lhes doerem as consequências destas asneiras merkelsarkozianas… E assim, farto que estou dos discursos dos “técnicos politicamente independentes”, e incapazes também de pensarem politicamente, optei por deixar, por ora, sair-me um discurso bem mais esotérico, talvez demasiado poético e naif, o do levantar a ideia de uma moeda da CPLP. Seria uma moeda com raízes bem fortes, nos planos sanguíneo, cultural, social, demográfico, estratégico, que o euro. Potenciaria o renascimento de um mercado bem mais significativo que o euro. Seria estratégico e, por isso, demográfica e geograficamente mais forte. Nasceria com fragilidades económicas e tecnológicas sérias é certo. Mas seria bem mais Nosso que o euro. Fazendo renascer uma Comunidade feita de Comunidades, de sangue mestiço e mestiço de variadas etnias e nacionalidades, retomando Sonhos antigos que, mesmo com muitos erros tem no seu seio muitas paixões bem vividas! (Eis também porque apoio um poeta, Manuel Alegre, à Presidência da Republica). E termino re-citando um poema de esperança, o poema que todos os homens bons hoje citam, o do Nobel da Paz, Liu Xiaobo que, no seio da hoje super potencia chinesa levanta a voz em nome do Mundo, porque a levanta pelos Direitos Humanos, e pela Paz, contra os interesses bacocos e descontrolados do “mundo financeiro”, (que nada tem a ver note-se com o negócio financeiro). Joffre Justino E-mail : jjustino@epar.pt Blog pessoal: coisasdehoje.blogs.sapo.pt/ Experimentando a Morte Tinha imaginado estar ali, à luz do sol com o cortejo dos mártires um só osso esguio sustentando uma convicção verdadeira Todavia, o divino vazio não vai revestir a ouro os sacrifi cados Uma matilha de lobos bem nutridos saciados de cadáveres festeja no ar quente e jubiloso do meio-dia Lugar distante esse lugar sem sol onde exilei a minha vida para fugir à era de Cristo Não consigo fi tar a ofuscante visão na cruz De um fi o de fumo a um pequeno monte de cinzas bebi até ao fi m a bebiba dos mártires, sinto a primavera prestes a romper no rendilhado brilho de inúmeras fl ores Noite dentro, estrada deserta pedalo de regresso a casa Páro num quiosque de tabaco Um carro segue-me, atropela a bicicleta Um par de brutamontes agarra-me Algemado, olhos vendados, boca amordaçada atirado para uma carrinha celular rumo a nenhures Um piscar de olhos, trémulo instante abre um clarão de lucidez: Ainda estou vivo nas notícias da Televisão Central o meu nome mudado para “mão negra detido” ainda que esses anónimos ossos brancos dos mortos se mantenham de pé no esquecimento Ergo alto a mentira auto-inventada Digo a todos como experimentei a morte para que “mão negra” se torne a honrosa medalha de um herói Sabendo embora que a morte é um impenetrável mistério estando vivo, não a posso experimentar e uma vez morto não posso repetir a experiência pairo ainda assim dentro da morte um pairar em afogamento Noites sem conta atrás de janelas gradeadas e as campas sob as estrelas revelaram os meus pesadelos À parte uma mentira Não possuo nada (Detido pelo regime chinês, o oposicionista Liu Xiaobo não pôde estar ontem em Oslo para receber o Prémio Nobel da Paz. Mas as palavras são mais difíceis de prender, e Liu Xiaobo conseguiu fazer chegar ao exterior um poema inédito, escrito no cárcere. O jornal New York Times foi o primeiro a publicá-lo, numa tradução de Jeff rey Yang, à qual o P2 recorreu para esta versão em português. Exclusivo PÚBLICO/New York Times)
publicado por JoffreJustino às 10:31
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Por Um Ensino Popular? Sim, claro! (Umas grandes Senhoras, as Ministras da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues e Isabel Alçada…!)

José Manuel Fernandes foi, há muitos, muitos, anos, um dos dirigentes do MAESL, Movimento associativo estudantil do Ensino Secundário, grupo bastante sectário, (velhos hábitos), maoista, que se confrontava com um outro grupo estudantil, também largamente sectário, ligado ao PCP/UEC. Pugnava o grupo onde militava José Manuel Fernandes com uma sigla que acima refiro – Por um Ensino Popular! Note-se que, ainda que em outra organização política, (não, não fui do MRPP…), eu fiz o mesmo percurso maoista e também estive sob a alçada da mesma sigla, até 1972, tendo em finais de 1972 iniciado uma reflexão onde procurei dinamizar um Movimento Sindical Estudantil, perante os limites que o Movimento Associativo legal da época, fascista, impunham e a premência, defendia eu, de Combater a Guerra Colonial e o Fascismo fora dos muros das faculdades. Aliás, já em 1972 eu levara à RIA, Reunião Inter Associações, um outro grupo de estudantes liceais, que se opunha tanto ao MAESL, como ao grupo do PCP/UEC. Enfim, as prisões que nos foram impostas pela PIDE, (do meu grupo fomos vários presos e outros tantos tiveram que se exilar para não serem presos), impediram a continuação das minhas actividades políticas e associativas, sob a sigla do Movimento Sindical Estudantil. Estamos, portanto, bastante ligados às questões do Ensino, pelo menos porque já em Jovens reflectimos, bem ou mal não será muito importante, para este caso claro, pensávamos esta actividade. Hoje, José Manuel Fernandes tem um lençol de uma página no Público, sobre o PISA, o estudo da OCDE que analisa os resultados, por país, no Ensino. E, ao contrário do habitual, desta vez começo por dizer que José Manuel Fernandes tem uma boa parcela de razão na sua reflexão, apesar de embebida em um desnecessário ódio ao Ensino Público. Na verdade, a Liberdade de aprender e de ensinar é um valor que está acima de qualquer Constituição, é um valor essencial nos regimes democráticos por isso mesmo, e, também por isso mesmo de novo, está reflectida na Constituição da República portuguesa, precisamente porque ela é uma das bases da Democracia que vivemos. O que significa, na minha opinião, que é dever do Estado, precisamente, criar as condições e incentivar este Valor, a Liberdade de Aprender e de Ensinar. De facto, não estamos a lidar com um direito de cidadania, estamos sim a lidar com um dever do Estado para com a Cidadania. Pelo absurdo, tal como é preferível haver anúncios na comunicação social a divulgar os locais onde existem actividades de prostituição, a haver as mesmas actividades nas ruas, por uma razão essencial de Saúde Pública, é obrigatório que o Estado assuma o dever de permitir que as diversas formas de estar e de pensar se possam reflectir também no Ensino, mesmo que algumas de tais formas se oponham à minha. Ora, o Ensino Público é um Ensino massificador, onde, obrigatoriamente, têm de conviver diferentes formas de ensinar perante diferentes formas de estar e de pensar, o que limita o direito à Liberdade de aprender e de ensinar. Por isso sou defensor do cheque ensino, (algo bem equivalente aos contratos de associação), há já bastante tempo, já que continuo defensor de um Ensino Popular, isto é, um Ensino para Todas e Todos, mesmo para os Mais Carenciados, e não somente para alguns. Isto é, acho que se uma família vive em Valores Anarquistas, tem o direito e o Estado tem o dever que procurar, na medida do possível, um Ensino que atenda a essa família! E é absurda a ideia de que o Ensino Público, que é determinante que exista claro, porque generaliza o Saber, Ser, Estar e Fazer, pode sequer ser um Ensino progressista, como alguma Esquerda teima em imaginar. Enquanto Ensino Massificador, nele convivem formas de estar e pensar do ultra conservador ao ultra radical e é essencial que assim seja. Mas existe o direito à aprendizagem num outro contexto e é dever do Estado potenciar esse direito apoiando o mesmo. O que é errado, é, em Portugal, imaginar-se que esse direito é um direito somente de uma das muitas facções que em qualquer país existe, tal como em Portugal, isto é, tal significar ser um direito somente para a Igreja Católica! Que, claro, tem direito a ter esse ensino religioso que defende! Eu sou Laico, Republicano, Solidário e gostava de ver o direito a haver um Ensino Laico, Republicano, Solidário, a ser assumido pelo Estado, em Portugal, gostando ainda que uma dessas escolas fosse aquela que dirijo – a EPAR, Escola Profissional Almirante Reis, (por isso mesmo o nome da Escola). Não tenho condições para suportar, sozinho, um tal projecto e, por isso, a EPAR, Escola Profissional Almirante Reis, transige bastante para poder corresponder ao leque bem diverso dos que preferem a EPAR, que, como todas as Escolas Profissionais da Região de Lisboa e Vale do Tejo são e muito bem, (ainda que pouco), apoiadas financeiramente pelo Estado. Daí que esteja de acordo com José Manuel Fernandes no apoio que dá ao direito de existirem escolas com contratos de associação com o Estado português e de esse dever do Estado ter de ser um dever para continuar, desde que explicitado em funcionalidades para além de serem escolas em locais sem outro tipo de ensino. Argumento que Santana Castilho usou para defender o governo, (algo que lhe custou os olhos fazer…), nesta decisão de reduzir o apoio aos contratos de associação e o seu possível findar. A leitura de Santana Castilho do articulado da Constituição é absurdo, e cito, o Estado, segundo a Constituição, deveria “criar uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população”. Reaccionariamente, diga-se de passagem, Santana Castilho entra, no seu texto, também saído no Publico, numa verborreia economicista sobre quem gasta mais se uma escola pública se uma escola privada, contrapondo uma tese, na mesma linha de Joaquim de Azevedo, que, como conheço bem, me custa acreditar que tenha sido essa a via que seguiu de defesa das escolas com contrato de associação, pois, mais à frente Santana Castilho refere que “Joaquim Azevedo apelou ao Presidente da República a propósito do que considerou ser “um insólito e inesperado ataque político e ideológico” e uma tentativa de destruição do ensino não estatal. “, o que mostra que houve outros argumentos na defesa de Joaquim Azevedo para além dos economicistas custos e receitas… E lá vem a verborreia, dita de Esquerda, ele que me perdoe a minha, de Santana Castilho, “O sistema de ensino português tem dois subsistemas: um publico, outro privado…Quando pago impostos, não estou a pagar o ensino dos meus filhos. Estou a pagar o ensino de todos. Se escolho depois uma escola privada, sou naturalmente responsável por essa escolha…”. Belíssima batota intelectual, esta a do santana Castilho lamento dizê-lo! Porque transforma o instransformável, (qual alquimista que procura transforma o chumbo em ouro), isto é põe em debate algo que não é conflitual – o ensino público versus o privado – quando o que tem de estar em debate é a existência de diversas formas de ensinar versus em face das diversa formas de estar e que tal diversidade tem de ser respeitada, no contexto que tem de ir obrigatoriamente para além do ensino publico, em si obrigatoriamente massificador, ( o que não o torna, por o ser, massificador, em algo negativo). Como assume um amigo meu, os defensores do capitalismo de estado são, nesse campo, gente de Direita, tão de Direita quanto os defensores do capitalismo selvagem, (por isso é que a alta finança americana se dá tão bem com a Republica Popular da China…), e é estritamente nesse contexto que entendo que Santana Castilho por se assumir enquanto defensor de um ensino público tout court, assume uma posição de Direita, a par da defesa das escolas industriais e comerciais, para os “pobrezinhos”, de Salazar. Porque o modelo do Ensino Profissional, herdeiro que é das Escolas Industriais e Comerciais, não se entende, nunca se entendeu, enquanto o Ensino dos “pobrezinhos”… Já José Manuel Fernandes caminha para a sua habitual propaganda anti socialista quando se põe, tal qual os “sindicalistas” do “S”PGL, a defender que se Portugal evoluiu no ranking do PISA, o deve não ao Ensino Público mas sim ao Privado…. Que na verdade não lida somente com populações ricas, em especial as escolas com contratos de associação. Cito agora o i, Entre os 33 países da OCDE, Portugal foi o quarto que mais progrediu na Leitura e na Matemática e o segundo que mais avançou na Ciência, conquistando ainda o sexto lugar entre os sistemas educativos “que melhor compensam as assimetrias económicas”…Ou seja, 40% dos alunos oriundos das famílias pobres obtiveram níveis de dese3mpenho entre o mediano e o excelente”, estejam no ensino privado ou no publico! Maria de Lurdes Rodrigues foi uma Excelente Ministra, com uma Excelente equipa, que ainda lá continua, no Ministério da Educação e por tal obteve Excelentes resultados! Vejamos, para uma média da OCDE de 493, Portugal teve, na Literacia em Leitura, 489, claramente em cima da média, tendo ultrapassado a Itália, a Grécia, a Espanha, a República Checa, e a Áustria! Na Literacia em Matemática, para uma média da OCDE de 496, Portugal teve 487, de novo bem em cima da média, tendo ultrapassado a Itália e a Espanha! E na Literacia em Ciências para uma média da OCDE de 501, Portugal teve 493, outra vez bem em cima da média, tendo ultrapassado a Eslováquia, a Itália, a Espanha, e o Luxemburgo! Na Leitura, Portugal passou dos 478 pontos de 2003 para 489, na Matemática, passou dos 466 para os 487, e na Ciência, dos 474 para os 493! A politica de Maria de Lurdes Rodrigues resultou! A politica de Socrates resultou! A deles sozinhos? Claro que não! A de uma equipa, mas a de uma equipa que, mesmo em conflito por asneiras como o estarem contra o sistema de avaliação de desempenho, funcionou. Mas José Manuel Fernandes é assim, como sempre foi, desde o MAESL, lamento dizê-lo, para o sectário, para o propagandista! E, também, incapaz de entender que o Ensino Popular ainda tem todas as razões para ser defendido, (mais agora que nem há Guerra Colonial e Fascismo), pois que o ensino privado tem de ser parte do Ensino Popular e não centrado somente no ensino para ricos. Joffre Justino
publicado por JoffreJustino às 14:57
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010

A Crise do Euro e as Crises em Sua Volta, (Os Direitos Humanos em Risco? Há Que Tomar Posição, Pelo Que Sugiro Que Este Fim de Semana Não Compremos Produtos Chineses…)

A Crise do Euro e as Crises em Sua Volta, (Os Direitos Humanos em Risco? Há Que Tomar Posição, Pelo Que Sugiro Que Este Fim de Semana Não Compremos Produtos Chineses…) O correspondente oficial do Club-K em Luanda, Lucas Pedro, foi na madrugada de hoje atacado e, ameaçado de morte, a 100 metros do seu domicílio, por três elementos (mascarados) armados até aos dentes quando regressava de uma das unidades hospitalar, na capital angolana.O acto – de acordo com a vítima – não passou de um simples recado dos assustadores, numa altura em que, a Fundação 27 de Maio pretende, nos próximos dias, lançar mais uma obra literária “Comandante Nito Alves - A última vítima do MPLA no século XX”, onde – segundo fontes seguras – é um dos presumíveis autores. “Recentemente fui entrevistado pela Rádio Despertar, na qualidade de porta-voz da Fundação, para falar da obra. E fiz - lo com muito gosto”, realçou. Fonte: Club-k.net Há Direitas e Esquerdas por todo o Mundo e o exemplo acima, angolano, é de como funcionam as Direitas em Angola, no caso sobre os jornalistas angolanos. Relevo que a Fundação 27 de Maio é uma Fundação de pessoas afins ao MPLA, apesar de tudo e, de certa forma, conotada com a Esquerda no seio do MPLA, existindo outras correntes também de Esquerda neste partido angolano, hoje sem sombra de dúvida dominado pela sua ala direitista. E os ataques, que em Angola têm sido sistemáticos, à Liberdade de Expressão, são prova do como funciona a Direita quando se situa no Poder. Desta feita, felizmente, o jornalista, Lucas Pedro, sobreviveu, foi somente alvo de um susto, por forma a “aprender a ter juízo”. Claro que, como a Direita em Portugal domina a Comunicação Social no seu todo, deixando bem poucas brechas para a Esquerda, os jornalistas angolanos, alvos este ano de sérias pressões, inclusive de uma morte de um jornalista, vê a solidariedade na CPLP ser, nesta matéria, infelizmente, um zero! Eis o risco do que tende a suceder um pouco por todo o Mundo - a perca de espaços de Liberdade, a sustentação de lógicas sectárias, e, a pouco e pouco, a tendência renascente ser o surgimento de “nacionalismos” ultra conservadores, tal qual foi sucedendo nos anos 20 do século XX. E, evidentemente, perante as involuções “nacionalistas” assistiremos a findar de Projectos mais solidários, internacionalmente mais abertos, como a União Europeia e a sua moeda única – o Euro. Existem ainda, felizmente, outras tendências contraditórias e bem mais positivas – o exemplo do apoio solidário a Portugal de Timor Leste e do Brasil, em relação a Portugal, fazem renascer alguma esperança no que uma (?) vez Fernando Pessoa denominou de V Império… Mas o Centro do Poder tem, infelizmente, dado provas de crescente egoísmo crescente. Assim, o exemplo da mais evidente tendência para o desenvolvimento de lógicas totalitárias está na reacção da Republica Popular da China à nomeação do Prémio Nobel da Paz, Liu Xiao-bo, opositor ao regime de “um sistema duas economias”, enfim o comunismo aliado ao capitalismo mais selvagem – apelando ao boicote à cerimonia internacional do Prémio Nobel da Paz e inventando o “prémio Confúcio da Paz”. Eis porque me atrevo a assumir e a sugerir que deveríamos, todos, de Sexta a Domingo, Não Comprar Chinês. Em nome da Democracia, em nome da economia de mercado não selvagem, em nome dos Direitos Humanos, e de uma Justiça Salarial recordando os 20 milhões de chineses que em Janeiro de 2010 foram enviados para os campos, perdendo a sua actividade nas fábricas das cidades onde predomina o capitalismo selvagem, Há Que Não Comprar Chinês! Ex maoista que sou, sem qualquer problema em o assumir, cidadão que recorda o lado positivo do regime liderado por Maozedong, que eliminou a fome que matava, na China, milhões de cidadãos, há que, na minha opinião, pressionar a República Popular da China a Mudar com Coragem! E tal só sucederá mostrando que esta China de “um sistema duas economias” não pode sustentar-se na ditadura e na fome dos chineses. Porque tal é completa subversão de toda a economia de mercado! Porque a China já não parte do 3º Mundo, mas sim do 1º Mundo. Porque por isso se lhe exige que dê o exemplo. Goste ou não a sua elite bem instalada, rica, gorda. Mas infelizmente as Crises que relatei até aqui não são as únicas Crises. Vale pois citar um alemão, Helmut Schmidt, do social-democrata SPD, que diz no Le Monde, “Nós, alemães, fazemos o mesmo que o chineses – a grande diferença é que os chineses têm a sua própria moeda, o que não é o nosso caso. Se nós tivéssemos a nossa própria moeda, ela teria sido reavaliada. Guardar o marco, como desejou Tietmeyer teria, no mínimo, por uma ou duas vezes nos últimos 20 anos provocado uma especulação contra o marco de uma amplitude pior que aquela a que assistimos com a Grécia ou a Irlanda”. No mesmo Le Monde podemos ler ainda uma outra entrevista, que direi Histórica também, de Jacques Delors, um dos pais do euro, a recordar, “ Em 1991, quando discutíamos o Tratado de Maastricht, a Alemanha e a Holanda focalizaram-se nos cinco critérios que deram nervo ao papel nomeadamente da inflação e dos défices. Eu propus que se acrescentassem dois outros critérios: o desemprego de longa duração e o desemprego dos jovens para relevar o laço entre a economia e o social. Coma discreta satisfação dos alemães e dos holandeses, a Espanha, (à época conservadora), recusou sob o pretexto da má qualidade das suas estatísticas…”(!). Mas, recordando Jean Claude Junker, primeiro ministro luxemburguês, estou em crer que o anti europeísmo alemão, vai dar origem ao fim do euro e a prazo da própria União Europeia, a não ser que surja um outro euro já sem a Alemanha, tal qual não tem também a Grã Bretanha. Imagine-se tal! Uma Alemanha que sobreviveu, no pós II Grande Guerra, como já o recordei, à custa dos fortíssimos financiamentos dos EUA com o Plano Marshall e mais investimentos específicos americanos, para a Alemanha Ocidental, e com os fortíssimos investimentos soviéticos na Alemanha de Leste, que se unificou à custa dos financiamentos da União Europeia, que tem no seu passado, como recorda Helmut Schmidt “É lamentável que na volta deste século, a França e a Alemanha tenham infringido as regras desse pacto”, como se vê a recusa em cumprir o Pacto de Estabilidade e Crescimento, agora que se sente forte, prepara-se para destruir quem a salvou! Lamentável atitude esta da Direita alemã. Que tenderá a dar resultados catastróficos, para a Alemanha também, mas não só. Porque estes erros da Direita serão exponenciados por erros de uma Esquerda sectária, a que não entende como pode Daniel Cohn-Bendit, cidadão europeu, franco alemão, leader histórico do Maio de 68, hoje euro deputado dos Verdes que, também no Le Monde soube dizer, perante um Dominique Strauss-Kahn, “…é um social democrata reformista. E, intelectualmente, é o mais apto a definir compromissos. Nós, os ecologistas, temos serias divergências com ele, mas, se formos capazes de estabelecer um compromisso histórico, tal fará avançar as coisas para a transformação social e ecologista da França” Assim e para começar, Não Compremos Chinês Este Fim de Semana!
publicado por JoffreJustino às 14:14
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Os Fascistas São Assim Por Natureza, …Fracos, Mentirosos e Rancorosos!

A Mentira perde-se felizmente com o Vento, morre, como o peixe, pela boca, desaparece pelos canos que se seguem às sanitas. Recebi entre muitos outros ultimamente, mais um texto de um pseudo militar, que ou inventa ou reencaminha mais uma invencionice sobre Manuel Alegre. Mais uma, das que corre por aí, numa campanha aprendida certamente nos serviços de propaganda do salazarento regime de Salazar. Um jovem dos dias de hoje pode, na boa fé dos tempos da Internet, acreditar que da manhã para a noite um acidente de aviação no Negage, Angola, chegaria em célere noticia, a Argel. Hoje tal seria bem possível, a Internet faz milhares de km assim em velocidade aos anos 60 completamente desconhecida. Só que nos anos 60, do século XX note-se, uma tal noticia teria de seguir o seguinte percurso: a) saída da noticia da referida base aérea, sejamos simples e aceitemos uma tal saída por telefone, sem pensar no pide que os controlava, sem pensar no nº de telefones existentes à época, sem pensar que haveria de haver a sorte de ao momento se encontrar a pessoa a contactar, certamente em Luanda assim na hora; b) essa pessoa, teria de fazer percurso idêntico, arriscando o controlo de mais um pide no telefone, e telefonar para Lisboa, esperando mais uma vez que do outro lado da linha estaria o alguém certo para receber a informação; c) Em Lisboa, um (ou uma), outro, (ou outra), alguém teria de encontrar um meio, duvidosamente, mas mesmo muito duvidosamente, o telefone, para fazer chegar a Argel a noticia do acidente esperando que do outro lado estivesse assim do pé para a mão quem recebesse a noticia; d) Em Argel, recebida a noticia, Manuel Alegre, pensam estes senhores, iria, sem mais, acreditar na veracidade da mesma e colocá-la no ar? Para, no dia seguinte, os serviços de propaganda ridicularizarem a noticia dada via Argel por Manuel Alegre em todos os meios de comunicação social do regime, sem jornais de oposição, sem quase nenhuns outros media de oposição? Ridículo! Tão ridículo quanto o facto de aceitarmos como viável que, certamente à hora do wiskie, no bar da caserna, os restantes colegas dos acidentados, alegremente sentados à volta da rádio, já que de TV népias em Angola, ouviriam, escandalizados, tamanha mentira, assim livremente, tal qual ouvimos as mentirolas da manelinha moura Guedes, ou do ao que dizem opusday márinho crespo? Lamento, mas esta estorieta abaixo divulgada por Luis Magalhães é, tão somente, só pode ser, uma mentirola que só um jovem, que desconheça as dificuldades de comunicação, em cenário de guerra e no meio de um regime totalitário, pode ter como aceitável! Eu fiz o Combate contra a Guerra Colonial. As noticias demoravam dias, semanas até, a chegarem. Demoravam depois algumas muito boas horas a serem dactilografadas e policopiadas. Demoravam depois dias e dias a serem distribuídas, pois não havia ao tempo, (lamentável não é?), as redes de distribuição do tipo do Destak e do Metro, pois os policopiados eram deixados em cantos seguros, em momentos seguros, ou distribuídos pela calada da noite, ou nas madrugadas não dormidas. Fiz muitas divulgações com estes moderníssimos meios de comunicação, pelo que falo de experiencia feita. Em algumas das zonas libertadas”, como as cantinas das Associações de Estudantes,( a do ISCEF no meu caso), lá íamos fazendo, uns melhor outros pior, (eu sempre pior dadas as minha limitações nos trabalhos manuais), uns dazibaos, (não levem a mal se o termo não for este…), que, de manhã cedo, colávamos nas paredes para serem lidos pelos outros estudante s que divulgariam as noticias, esperávamos nós e lá ia acontecendo, nas famílias e amigos, nos cafés e por onde fosse… E, recordo, para que conste, que uma bela tarde de Setembro, estava eu a estudar com a Guidinha e o Quim Zé ao pé do edifício da AE de Económicas e uns colegas vêm ter connosco, esbaforidos, relatando que estava um tipo na cantina a tirar apontamentos de uns cartazes anticoloniais, (porque nas “nossas zonas libertadas” havia mesmo informação contra a Guerra Colonial), e que tinha “ar de pide” Com outros colegas avançamos velozmente para o tal tipo, que se viu de repente cercado e começamos a tentar saber quem ele era. (Aqui poderia começar por dizer algo como “Mentindo como era apanágio dos pides”…mas vou poupá-los de tal) O dito tipo tentou dizer que era nosso colega mas não acertava numa das disciplinas de qualquer ano das actividades escolares do ISCEF, de seguida arriscou dizer que era estudante liceal, (hoje diria do ensino secundário…), mas acertou logo num daqueles liceus que tanto Salazar quanto Caetano teimavam em manter somente feminino e ele de feminino nada tinha… Que Fazer com ele? Depois de variadas sugestões, (e pena tenho hoje em não ter levado a todas elas menos à que optámos por seguir), alguém se aproximou recordando-nos que era do “Estar na Luta”, (do MRPP enfim, pois à época não era do pé para a mão se que assumia a opção partidária, preferindo-se usualmente usar uma sigla estudantil – associativa, como o estar na Luta), e que eles, como tinham um comício Contra a Repressão no anfiteatro de Económicas, viam com bons olhos que o dito pide fosse exposto no referido Comicio, como prova de que em Económicas se fazia o Combate a quem usava da nossa Liberdade para fazer relatórios para os meios repressivos, enfim a PIDE/DGS. Errámos e acedemos a entregar o dito personagem para o pessoal do Estar na Luta. Digo errámos porque, sintetizando a história, desta situação sucedeu a Morte, a tiro, de pistolas da PIDE DGS, de Ribeiro dos Santos, estudante e dirigente do MRPP. Morte que se teria poupado se tivéssemos seguido outras vias, como despejar o pide, nu, nas ruas…. Conto esta historia porque se viveu um Combate, Antifascista e Anticolonialista, em Portugal onde morreram pessoas, como aconteceu a Ribeiro dos Santos! Combate onde esteve, mais velho que eu, antes de mim por isso, Manuel Alegre. Poeta, escritor, político democrata, Homem do 25 de Abril e do 25 de Novembro, que aprendi a respeitar ouvindo-o pela rádio, antes de o ouvir nos Comícios do PS! Homem que não vergou à ambição do salazarento Salazar que, ao impor-nos, além de uma ditadura de mais de 40 anos, uma Guerra Colonial de 13 anos, que se teria poupado, já o escrevi, se Botelho Moniz, ministro de Salazar, não tivesse sido demitido a golpe de “militares”, traiçoeiramente. Repito, traiçoeiramente. Numa traição que nos custou, a todos os do Império, financeiramente, os olhos da cara, e humanamente, as vidas dos muitos que morreram. Mas que custou ainda mais em Angola, com 27 anos de Guerra Civil, mais de 10 em Moçambique, etc. Tudo inutilmente e servindo os interesses dos que como os salazarentos, desfruíram da pior forma, um Império, e iam deitando para o caixote do lixo 5 séculos de História da Humanidade! Felizmente venceu a Democracia, venceram os que como Manuel Alegre por ela lutaram. Eis porque é tempo de termos, nesta cinzenta e pseudo economicista crise em que vivemos, um Poeta na Presidência da Republica. Houve outros em outros países e a experiencia deu resultado! Porque não cá? Joffre Justino E-mail : jjustino@epar.pt Blog pessoal: coisasdehoje.blogs.sapo.pt/ De: Luiz Magalhães - Arquitectos, lda [mailto:ljbm.arquitectos@sapo.pt] Enviada: sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010 11:03 Para: Luiz Magalhães - Arquitectos, lda Assunto: FW: FW: Votem...Um TRAIDOR À PRESIDÊNCIA !! Assunto: Votem...Um TRAIDOR À PRESIDÊNCIA !! PARA QUEM AINDA NÃO O CONHECE...AQUI VAI UM PEQUENO EPISÓDIO DO SEU MUITO VASTO CURRÍCULO, COMO TRAIDOR, REFRATÁRIO E DESERTOR... --------------------------------------------------------------------------------------- ...E AINDA HÁ QUEM QUEIRA ESTA "COISA" !! PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA. DEPOIS DO SOCRAS , SÓ NOS FALTAVA MAIS ESTE !!! ...POR MIM, VENDO JÁ A MINHA QUOTA DE PORTUGUÊS AO ALBERTO JOÃO OU AO ZAPATERO OU MESMO AOS CHINESES........... A memória é lixada... Fins de 1968 O Alegre Dois alferes pilotos do mesmo curso, o Lamy e o Lopes, do AB.3 Negage, descolam para um voo de rotina num Do27. O cacimbo estava cerrado e ao regressar à base enfiam-se a voar por um morro, tendo ambos falecido no impacto. Seria este simplesmente mais um triste caso de indisciplina de voo a ceifar a vida de dois jovens, não fosse um revoltante desenvolvimento: à noite ouvimos, na camarata da BA.7 Aveiro, a inconfundível voz do traidor Manuel Alegre, através da "Rádio Portugal Livre", emitida da Argélia, regozijar-se por mais esta "vitória dos combatentes da liberdade de Angola" (isto apesar do inimigo não ter tido qualquer actuação neste acidente). A pergunta é simples: Será que algum Alemão que tivesse colaborado com os Ingleses ou um Francês que tivesse colaborado com os Alemães ou um Japonês que tivesse colaborado com os Americanos teria algum futuro político no seu país no pós-guerra ? Quando é que vamos parar de aceitar que traidores, refractários e desertores dominem a política em Portugal ? "AMIGOS NÃO SE DESPEDEM, MARCAM UM NOVO ENCONTRO"
publicado por JoffreJustino às 17:24
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


.posts recentes

. Primárias - Uma Otima Pro...

. O 11 de Setembro e eu pr...

. Um recado a Henrique Mont...

. Na Capital Mais Cara do M...

. Há Asneiras A Não Repetir...

. “36 Milhões de Pessoas Mo...

. Ah Esta Mentalidade de Ca...

. A Tolice dos Subserviente...

. A Típica Violência Que Ta...

. Entre Cerveira e a Crise ...

.arquivos

. Julho 2012

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Agosto 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

blogs SAPO

.subscrever feeds