Segunda-feira, 8 de Novembro de 2010

P’rá Frente Brasil! Entre PIGS Discursos da União E A Crise…

“Só mesmo a nossa “imprensa” omite os avanços do país. Porque será ??? Itens.................... ComFHC-------------Com LULA Risco Brasil------------------- 2.700 pontos----- 200 pontos Salário Mínimo ----------------78 dólares ------210 dólares Dólar ----------------------------Rs$ 3,00 --------Rs$ 1,78 Dívida FMI ---------------Não mexeu ------------Pagou Indústria naval --------------Não mexeu -------Reconstruiu Universidades Federais Novas--Nenhuma ------10 Extensões Universitárias -------Nenhuma ------45 Escolas Técnicas -----------------Nenhuma -----214 Valores e Reservas do Tesouro Nacional --185 Bilhões US$ Negativos------ 160 Bilhões US$ Positivos Créditos para o povo/PIB --------14% -----------------------34% Estradas de Ferro ---------------Nenhuma ------------3 em andamento Estradas Rodoviárias ----90% danificadas-------------70% recuperadas Indústria Automobilistica - Em baixa, 20% -------------Em alta, 30% Crises internacionais ------4, arrasando o país----------- Nenhuma, pelas reservas acumuladas Câmbio Fixo ---Estourando o Tesouro Nacional----- Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central Taxas de Juros SELIC ------------27% ----------------------11% Mobilidade Social ------------2 milhões -------- 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza Empregos -----------------------780 mil ----------------- ----11 milhões Investimentos em infraestrutura -------------Nenhum -----504 Bilhões de reais previstos até 2010 Mercado internacional --Brasil sem crédito---- Brasil reconhecido como "investment grade" In, http://rosadosventos1.blogspot.com/2009/12/indicadores-economicos-do-brasil.html Continuo a assistir, estupefacto, a comentadores e jornalistas, portugueses, a assumirem que são, eles que não eu, “PIGS”, naquela vergonhosa e masoquista posição de aceitarem que “das estranjas” cheguem, sem queixa, sem resposta, todo e qualquer insulto. Para além de assistir a uma ridícula cena na televisão em que um comentador afirmava o “PIG” que Portugal era, sem conseguir “traduzir” o que a sigla significava, note-se, vemos, uma vez mais, e em nome do ataque ao governo, o i de hoje, por via do mesmo jornalista já por mim referido, Bruno Faria Lopes, a escrever, “Apesar da tendência negativa abranger os chamados países periféricos, (Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia, os PIGS)…”, errando no que a letra i significa, ( e cito hoje os autoresque a WIKIPEDIA refere, Philip Arestis, J. S. L. McCombie, Roger William Vickerman, A. P. Thirlwall (2006). Growth and economic development: essays in honour of A.P. Thirlwall, “for instance the so called Club- Med, or to use the less exotic but more trenchantacronym, the PIGS – Portugal, Italy, Greece and Spain), o o I é de Itália e não da Irlanda, ( e também poderia citar Dean J. Kotlowski (2000). The European Union: from Jean Monnet to the Euro…). O problema não está pois numa “dívida periférica”, pois é bastante difícil entender a Itália, ou a Espanha, enquanto países periféricos. Está sim na tipificação da relação destes países com o mercado mundial, todo ele em crise e por isso em baixa, o que, claro, não ajuda ao acelerar dessas economias, à excepção, claro, da Grécia, esse sim, mais que país periférico, um país reconhecidamente batoteiro, na construção da informação da sua economia, em batotas feitas note-se por governos de Direita, neo liberais, com o apoio das ditas empresas de notação internacionais. Estamos na verdade a assistir a uma tentativa de redefinição de posições no mercado, com a Alemanha e a França a tentarem descolar-se da Espanha e da Itália, por forma a dividirem a dois o bolo da economia europeia, e, a seguir, afro/América latina, mera atitude concorrencial enfim que tem graves implicações no mercado interno, europeu, que podem conduzir à sua destruição. Como o discurso do sr Barroso, o nosso presidente europeu, sem o dizer, relata, pelo silencio, bastante bem. Gerindo a Carta do Presidente Durão Barroso aos Membros do Parlamento Europeu a par com o discurso O Estado da União, acentue-se queDurão Barroso criticou a França, sem a referir, e bem, perante a xenofobia de posições que ela tem assumido, a par, alias, nessa matéria, com a Itália, (note-se estes dois países são como sabemos geridos à direita), mas estabeleceu um silencio absoluto sobre a Alemanha e as suas atitudes divisionistas face à União Europeia. Vejamos alguns aspectos do discurso do sr Barroso, “…a Comissão iráfinalizar …um conjunto de instrumentos para a prevenção e resolução de crises nos bancos em dificuldades, maior transparência dos mercados, sanções contra abusos de mercado, novo reforço dos requisitos de fundos próprios dos bancos e iniciativas destinadas a melhorar a governação no sector financeiro…” (enfim, até aqui parece que para osr Barroso a crise é estritamente uma crise do mercado financeiro). Como ele disse aliás no seu discurso, “Finanças públicas sólidas e mercados financeiros responsáveis conferir nos ão a confiança e a força económica necessária para um crescimento sustentável. É preciso ultrapassar o dilema entre consolidação orçamental e crescimento. Podemos ter ambos.” Mais à frente apresenta a Estratégia Europa 2020, “a recuperação e o futuro da Europa dependem de um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo”, belos e aplaudidos temas, com algumas estocadas à França, no termo inclusivo. Depois refere a “iniciativa emblemática “Agenda Digital”, a “União para a Inovação”, a “política industrial”, a “Juventude em Movimento”, a necessidade de “novas competências e postos de trabalho e ainda a “Plataforma contra a Pobreza”, ou também a necessidade de iniciativas “em matéria de eficiência em termos de recursos…nos domínios da energia e dos transportes”. Claro que, e bem também, o sr Barroso acentua o modelo social da União Europeia, (cujas cambiantes são bem conhecidas e que agora a França da direita sarkoziana quer limitar…), e entende dizer que, “Face à actual crise, os nossos esforços devem centrar-se na luta contra o desemprego através da criação de postos de trabalho”, sem referir se públicos se privados note-se, e propõe ainda a “revisão da Directiva Tempo de Trabalho” uma interpretação da “Directiva Destacamento de Trabalhadores”, sem que em ambos os casos explicite orientações. No seu Estado da União acrescenta ainda, “Temos níveis de desemprego muito elevados mas a Europa conta agora com 4 milhões de ofertas de emprego. A Comissão irá propor ainda este ano a criação de um «Observatório Europeu de ofertas de emprego», que informará as pessoas sobre as oportunidades existentes nas diferentes partes da Europa e sobre as competências necessárias. Apresentaremos igualmente uma proposta para um passaporte europeu de competências.” Obrigatoriamente refere o papel do ensino, instrumento de política reconhecidamente ainda frágil em toda a União Europeia, face aos EUA, claro. Entende depois o sr Barros ser essencial assumir e de novo correctamente que “O mercado único é….o nosso trunfo mais significativo para impulsionar a competitividade e a criação de emprego” pelo que assume a necessidade de apresentar “uma ambiciosa “Lei do Mercado Único””, que produzirá, “benefícios directos para as empresas e os cidadãos…melhorias nas regras relativas aos contratos públicos, propostas para uma mat´+eria colectável comum consolidada do imposto sdobre as sociedades, …reduzir as tarifas de roaming para os cidadãos numa Europa sem fornteiras, tudo com o objectivo de “beneficiar de forma tangível as PME” e, claro, “outros operadores importantes no mercado único”. Já no Estado da União o sr Barroso recorda, “Apenas 8 % dos 20 milhões de PME europeias participam no comércio transfronteiriço e ainda menos no investimento transfronteiriço. E mesmo com a Internet, mais de um terço dos consumidores não tem confiança suficiente para fazer compras transfronteiras.” Mais à frente defenderá “uma economia hipocarbónica até 2050”, mais uma vez a reforma da PAC, e entre outras medidas já explicitadas antes, analisar “a questão das capacidades dos aeroportos, a fim d dinamizar a concorrência, servir melhor os interesses dos consumidores” e, novidade, a Politica Comum das Pescas terá, segundo ele, “uma nova era”. Dirá mais no Estado da União, “Para criar uma Europa eficiente em termos de recursos, não nos podemos limitar à energia. No século XX, o mundo beneficiou de um extraordinário ritmo de crescimento à custa de uma utilização intensiva de recursos. Durante o século XX assistimos globalmente a uma quadruplicação da população mas a um aumento do produto económico para 40 vezes mais. Por outro lado, no mesmo período, a utilização de combustíveis fósseis aumentou para 16 vezes mais, as nossas capturas de peixe para 35 vezes mais e a nossa utilização de água para 9 vezes mais. E, sobretudo, as nossas emissões de carbono aumentaram para 17 vezes mais. Isto significa que temos que conseguir resultados palpáveis a nível do pacote do clima e da energia, enquanto motor essencial da mudança. Isto significa integrar as diferentes vertentes da política em matéria de alterações climáticas, energia, transportes e ambiente numa abordagem coerente sobre a eficiência de recursos e um futuro hipo carbónico.” Uma Europa de Cidadãos obriga o sr Barroso a defender a necessidade de “reforçar os direitos dos cidadãos” no âmbito da “Iniciativa dos Cidadãos” para promover “uma dimensão distintamente europeia que reflicta a riqueza e a diversidade culturais na UE”. No contexto da segurança, o que não será por acaso e agradará certamente ao sr Paulo Portas, é assumido que “A imigração constitui um recurso essencial para a sociedade europeia”, mas, “devendo no entanto contar com a confiança dos cidadãos. Isto impõe uma politica de imigração comum, com uma clara distinção entre imigração legal e ilegal” Empenhado, assume o sr Barroso no discurso do Estado da União, “Os migrantes legais encontrarão na Europa um local em que os valores humanos são respeitados e garantidos. Ao mesmo tempo, lutaremos contra a exploração dos imigrantes ilegais dentro da Europa e nas nossas fronteiras. A Comissão apresentará novas propostas em matéria de policiamento das nossas fronteiras externas. Avançará também com uma estratégia de segurança interna para lutar contra as ameaças da criminalidade organizada e do terrorismo. Os europeus aperceber se ão que os seus direitos fundamentais e as suas obrigações não mudam em função do local para onde se deslocam. Todos os europeus devem respeitar a lei e os governos da Europa devem respeitar os direitos humanos, nomeadamente os direitos das minorias. O racismo e a xenofobia não têm lugar na Europa. Em relação a estas questões tão sensíveis, quando um problema surge, temos todos de agir de forma responsável. Lanço aqui um forte apelo para que não acordem os fantasmas do passado da Europa. “, belíssima bofetada com luva ao irmão de família politica do sr Barroso, o sr Sarkozy. E bem, numa visão bem pouco neo liberal, o sr Barroso diz, “Não se trata de gastar mais ou menos, mas sim de gastar de forma mais inteligente, com uma visão de conjunto do orçamento europeu e dos orçamentos nacionais. O orçamento da UE não é feito para Bruxelas, mas sim para as pessoas por vós aqui representadas: para o trabalhador desempregado que recebe formação através do Fundo Social; para os estudantes que participam no programa Erasmus; para as regiões que beneficiam do Fundo de Coesão.” Cabe pois aqui retomar a questão dos PIGS e da “divida periférica”. O OE e a aplicação das receitas públicas, retomando o sr Barroso não serva para os deputados, os membros do Governo, os eleitos das Autarquias. É sim um instrumento para a gestão da nossa, de cada um de nós, cidadãos, vida pública e com forte impacto nas nossas, das Pessoas e das Organizações, vidas individuais. Daí que, antes do mais, haja que ver se estamos a “gastar de forma mais inteligente” antes de vermos se gastamos “mais ou menos”. E, numa indirecto aos que criticam e desejam o abandono do euro, como sucede em muitos opinion makers, alemães, franceses, ingleses e claro americanos, “Confrontados com os nossos problemas quotidianos, perdemos por vezes a noção de perspectiva e esquecemos as nossas conquistas: uma transição pacífica e bem sucedida para uma União Europeia que duplicou de dimensão e está a negociar novas adesões; uma moeda sólida, o euro, que tem um importante peso a nível mundial; uma forte parceria com os nossos vizinhos que nos reforça a todos. Se agirmos de forma decisiva, nada teremos a temer do século XXI. Mas vejamos o que diz o sr Barroso sobre a coordenação económica global, “Mercados financeiros mais estáveis e responsáveis e um acordo sobre a reforma das instituições financeiras internacionais. Redes mundiais de segurança financeira mais eficazes. Mais progressos na Agenda de Desenvolvimento do G20. Continuaremos a demonstrar liderança neste fórum e a trabalhar em estreita colaboração com a Presidência francesa do G8/G20 no próximo ano. Queremos também que seja dado apoio à Ronda de Doha. O comércio impulsiona o crescimento e a prosperidade. Iremos igualmente concluir acordos de comércio livre bilaterais e regionais. Em Outubro, a Comissão apresentará uma política comercial renovada, a qual permitirá obter novos benefícios para a Europa. Estar aberto ao mundo significa igualmente estar ao lado dos países em desenvolvimento, em especial em relação a África. Na manifestação de alto nível sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio a que assistirei em Nova Iorque dentro de duas semanas, tenciono anunciar, com o vosso apoio e em nome da União Europeia, um montante adicional de mil milhões de euros para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.” Ora é neste campo que reside a maior falha do discurso do Estado da União do sr Barroso – o silencio sobre a economia a duas velocidades, no momento ambas em velocidade bastante baixa e a necessidade de encontrar soluções para alterar ambas as situações, as duas velocidades e o facto de ambas estarem em muito lenta aceleração. O sr Barroso não indo para além dos mercados financeiros e do comércio intwernacional nada diz sobre o como acelerar, de forma inclusiva, a economia no Mercado Interno. Mas releve-se que sr Barros assume bem a problemática dos Valores Europeus e a necessidade de os assumir e defender, “O facto de sermos um interveniente global implica igualmente defender os nossos valores. Os direitos humanos não são negociáveis. Sinto me chocado por ver a forma como os direitos das mulheres estão a ser violados em muitos países. Fico consternado quando ouço dizer que Sakineh Mohammadi Ashtiani foi condenada à morte por lapidação. Não há palavras para qualificar este acto bárbaro. Na Europa, condenamos tais actos que não encontram justificação em qualquer código moral ou religioso.” E não se pode dizer que não terminou bem, o seu discurso do Estado da União, “Afirmei claramente que a Comissão lutará por um orçamento ambicioso. Propus desenvolver obrigações associadas a projectos UE para financiar os projectos europeus mais importantes. Anunciei o nosso compromisso reforçado em relação aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Defendi a razão pela qual necessitamos de uma capacidade de resposta comum a situações de crise e também de uma política externa e de uma política de defesa comuns. E apelei aos responsáveis políticos europeus no sentido de agirem em conjunto se pretenderem que a Europa seja um interveniente global e defenda o interesse europeu. Trata se de uma Agenda de mudança, ambiciosa e que constitui um verdadeiro desafio. Para que a Europa tenha êxito, a Comissão precisa do vosso apoio para construir uma Europa mais forte e mais justa, em benefício dos nossos cidadãos. “ E que tem tudo isto a ver com o Brasil, dir-me-ão. Simples, Há que estudá-lo, há que estudar a experiencia Lula/PT, há que, à Esquerda sobretudo já que tanto Lula como o PT são da Esquerda há que olhar para os nºs que deixo como entrada deste texto e ver como à Esquerda encontrar a via para o Desenvolvimento Sustentável de Portugal. E recordo que a coligação que apoia Lula e o PT, agora Dilma e o PT, é bem alargada, e vai desde o neo liberal Collor de Melo ao PCdoB, sem que tal origine engulhos no interior da coligação. Estou certo que a razão é simples. Amando os brasileiros o seu país souberam entender, com Lula, que antes de avançar para os seus partidários e específicos projectos ideológicos, há que pôr em marcha o comboio. É o que por cá se esquece querendo dar a primazia aos projectos, partidários, ideológicos, sobre a superação da crise económica em Portugal, que nasceu note-se, com a perca do Império. Na verdade, a economia do Império nada tinha a ver com esta economia de 89000 km2 e 10 milhões de pessoas…. O que nos une antes do que nos divide eis o que fizeram os brasileiros e como se vê, ganharam! Ora, em Portugal, nem nas eleições presidenciais foi possível estabelecer este principio que acima refiro…ridículo! Ridículo que estamos a pagar com o deslizar da crise, em cada dia que passa. Joffre Justino
publicado por JoffreJustino às 13:39
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