Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

A Liberdade em Portugal e na CPLP

Coordenador do Sol em Luanda afastado
Mário de Carvalho, jornalista português contratado para
coordenar a delegação do Sol, em Luanda, demitiu-se
– aparentemente por considerar diminuta a liberdade
editorial de que dispunha. Por imposição dos accionistas
angolanos que controlam a empresa foi substituído pelo
jornalista Luis Costa Branco, casado com a manequim
Nahyma Mingas. A delegação do Sol, em cuja instalação
terão sido investidos c USD 5 milhões, situa-se na Torre
Escom, ocupando um andar com c 500 m2.
(in Africa Monitor nº 445, enviado pelo meu cunhado, Manuel
Rodrigues Vaz, jornalista)



À Entidade Reguladora da Comunicação Social
À CPLP
C/ Conhecimento,
A Sª Exa Presidente da República
A Sª Exa Presidente da Assembleia da República
A Sª Exa Primeiro Ministro
Aos grupos Parlamentares na Assembleia da Republica

O Senhor Alberto João Jardim não é um qualquer cidadão.

É o primeiro responsável pelo Governo da Região Autónoma da madeira, e é membro do Conselho de Estado da República Portuguesa.

Tem portanto deveres acrescidos quanto à defesa da Liberdade de Expressão, em Portugal e na Região Autónoma da Madeira em particular.

É-lhe pois vedado, no plano ético no mínimo, assumir posições que limitem a liberdade de expressão, em especial na Região onde tem cargo de elevada responsabilidade.

É-lhe eticamente vedada a possibilidade de assumir um Candidato a presidente do segundo maior partido politico português como persona non grata, em especial por ser dirigente desse mesmo Partido, o Partido do senhor Alberto João Jardim, o Partido SocialDemocrata.

Agiu entretanto o senhor Alberto João Jardim de forma precisamente contrária e tem alimentado essa Campanha de forma escandalosa, chegando a ameaçar o seu Partido de afastar o PSD Madeira do PSD Nacional, caso Passos Coelho seja eleito pelos Militantes do PSD no cargo de Presidente desta partido.

Trata-se sem duvida de uma grave violação dos Direitos dos Cidadãos da Madeira e do PSD por intervenção manipuladora e chantagista sobre os mesmos.

É natural que nos dias de hoje a Comunicação Social Portuguesa silencie esta gravíssima violação.

A Comunicação Social silencia tudo o que afecta a Direita em Portugal e perdeu a noção do que são actos graves e violadores dos Direitos dos Cidadãos.

Assim, quem falou na Comunicação Social de larga expressão portuguesa do afastamento de Mário de Carvalho da Delegação do SOL em Luanda, que acima refiro?

É menos natural que na Assembleia da Republica os Deputados, em especial os do PSD se silenciem contra esta chantagem sobre o Órgão Máximo do seu Partido.

Porque são os Eleitos pelos Cidadãos, porque são especialmente responsáveis pelo Partido que os elegeu como Deputados e pela transparência como decorrem os Actos Maiores deste Partido, essencial para a Democracia em Portugal. Porque o PSD é um partido português um Património que está para além dos seus militantes, como o estão, em geral, os restantes Partidos e em especial os Maiores, da Democracia Portuguesa.

O senhor Alberto João Jardim já tinha, na minha opinião abusado seriamente dos nossos Impostos com a imposição feita ao momento da Lei das Finanças Regionais, dado estarmos num momento de elevada Crise em todo o território português e em especial, nas Regiões Mais Desfavorecidas, onde a Região da Madeira não se encontra e onde se situa por exemplo a Região Norte.

Pode o senhor Alberto João Jardim não concordar com este ponto d e vista, mas os factos, económicos e sociais dão forte relevo às teses que defendem o mesmo.

E, sobretudo, cabe ao senhor Alberto João Jardim defender os seus pontos de vista sem atacar e pressionar a livre expressão do pensamento na Madeira, em Portugal em geral, e muito especialmente entre os militantes do PSD.

Questiono pois a sustentabilidade do senhor Alberto João Jardim nos cargos que tem, na Região Autónoma da Madeira e no Conselho de Estado.

Questiono ainda a necessidade premente de haver um Debate Alargado quanto aos abusos, e em especial aos silêncios, havidos na Comunicação Social de larga expressão e ainda quanto à forma chantagista como esta mesma Comunicação Social age sobre a Opinião Pública portuguesa.

Joffre António de Souza Justino,

BI 5504325, AI de Lisboa
publicado por JoffreJustino às 15:20
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