Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Atitudes e Medidas Absurdas e Que Distinguem! http://www.youtube.com/watch?v=UtTW72F8xo0 … por perderem a sua alma?

Diz a Comunicação Social que os partidos da Oposição andam a fazer tudo por tudo para que não haja foto conjunta da assinatura do possível acordo com a troika e o FMI… Vejam a cara dos tais da troika e do FMI! O que devem eles pensar…Má criação? Medo em assumir o erro nacional, (com relevo na votação da espúria aliança CDS, PSD, PCP, BE, na AR)? Visão catastrófica do país? Eleitoralismo caduco? Fraco patriotismo? Já quando foi do PEC IV o governo disse, com boas ou más razões mas disse, que havia que negociar o PEC IV e a resposta foi uma rotunda recusa na negociação. Quem ganhou com tal? Os portugueses e os residentes? Não! A já abastada fortuna das Agências de Notação, a alta finança especulativa, esses sim ganharam e bastante! Agora nem se está a falar da negociação, mas sim da assinatura de um acordo que a troika e o FMI exige que seja assinado pelo menos por uma estável maioria em Portugal, já que a aliança espúria impôs estas desnecessárias eleições, hoje importantes porque há que penalizar quem errou – o PR, a aliança espúria isto é o CDS, o PSD, o PCP e o BE. Que, em uníssono, entregaram o país às mãos do FMI! Agora, claro, apresentado como o bonzinho da fita, para gáudio, triste, dos gregos e irlandeses… Que convivem sem gosto com ele. Ridícula atitude esta do medo da foto, só recordando o temor que alguns povos mais atrasados tinham de ser fotografados por perderem a sua alma! Posso garantir que tal nunca sucederá! E que mostra que em Portugal nem tudo é a mesma coisa, no plano partidário, ao contrario do que se mostra no videoclip acima! Há os que assumem com coragem e há os que não assumem nunca, vivendo do discurso populista sempre! Mas hoje há mais! A OCDE entende que os portugueses necessitam de menos subsídios e mais creches… Para que a natalidade aumente em Portugal, já que está a 1,32 crianças por casal para os 1,99 e para os 1,74 da média da OCDE. Portugal tem esta taxa em queda “há mais de uma geração, “ameaçando fortemente a sustentabilidade da segurança social e a produtividade do país”, diz o Publico, segundo, penso, também, a OCDE. O que está em causa são os números, ou o país? Estes “economistas”…(e eu sou economistas, bom ou mau não interessa para aqui) Porque não há Economia sem Pessoas, e, pior que isso, o essencial é a razão pela qual esta é a realidade portuguesa – 1,34 crianças por casal! Que torna absurda a ideia de mais creches/versus menos abonos, para aumentar o nº de crianças em Portugal! Olhemos para a remuneração neste país, e citando um texto do FB, “Em 2008, a remuneração média em Portugal foi de 892,85€. Assim, todos aqueles que auferissem menos de 535,71€ (60% da remuneração média) estariam, tecnicamente, a viver abaixo do limiar da pobreza.”, (in, Acabar com a Pobreza, Já!). Para os 1933 euros da média da União Europeia em 2009…e em acréscimo a esta diferença, Portugal tem 3 dos seus mais ricos entre os 800 mais ricos da FORBES! Esta é a razão central do decrescimento do nº de crianças em Portugal – as famílias portuguesas e de residentes, (que, mesmo assim, têm um nº médio de crianças por família superior), optaram por melhorar o seu rendimento familiar reduzindo o nº de crianças para assim auferirem um pouco mais deste “wellfare” dos financiamentos da UE já que as Organizações em Portugal não conseguem, a maioria, ou não querem, um nº importante, distribuir um pouco melhor a Riqueza nacional. E não serão as tais mais creches que resolverão esta crise de sustentabilidade, não da Segurança Nacional mas do pai da Língua Portuguesa, Portugal! E, acentuo, a responsabilidade não está no Estado, que se não existisse, o salário médio seria ainda mais baixo, mas sim na falta de Responsabilidade Social de um nº significativo de Organizações e de empresários e/ou gestores, que aposta duramente nas politicas de Recursos Humanos de baixas remunerações….sem perceberem que aí, sim aí, arriscam-se eles a perder a sua alma, por mais ou menos missas que paguem como já recordava Camilo Castelo Branco! É pois nesta terra de Ratões, que se situam mais no privado que no público, (o que permite que brinquemos com o videoclip acima), que se mistura o irreal com um arrogante desprezo pelo Outro, pelo Mais Fraco, que estamos a viver uma crise que exige uma tomada de medidas e entre elas a critica, séria, realista e com resultados positivos, a prazo, para todos, às Agencias de Notação e à destruição da economia portuguesa, impondo-se a exigência da Regulamentação das Agencias de Notação, tal como se exige na Petição que pode ser assinada em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 !
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Democratizar a Globalização dizendo Não a este FMI

Há que democratizar a Globalização e um dos instrumentos a ser democratizado é mesmo FMI. Simplifiquemos esta análise sobre o FMI e partamos da Wikipedia, “O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma organização internacional que pretende assegurar o bom funcionamento do sistema financeiro mundial pelo monitoramento das taxas de câmbio e da balança de pagamentos, através de assistência técnica e financeira. Sua criação se deve após a segunda guerra mundial, em julho de 1944, e sua sede é em Washington, DC, Estados Unidos.[1] Atualmente conta com mais de 187 nações…. Tem como objetivo básico em zelar pela estabilidade do sistema monetário internacional, através da promoção da cooperação e da consulta em assuntos monetários entre os seus 187 países membros.[1] Com exceção de Coreia do Norte, Cuba, Liechtenstein, Andorra, Mônaco, Tuvalu e Nauru, todos os membros da ONU fazem parte do FMI. Juntamente com o BIRD, o FMI emergiu das Conferências de Bretton Woods como um dos pilares da ordem econômica internacional do pós-Guerra, além disso foi necessário a criação para evitar a repetição da desastrosa política econômica que contribuíram para a Grande Depressão de 1929.[1] O FMI tem como meta, evitar que desequilíbrios nos balanços de pagamentos e nos sistemas cambiais dos países membros possam prejudicar a expansão do comércio e dos fluxos de capitais internacionais. O Fundo favorece a progressiva eliminação das restrições cambiais nos países membros e concede recursos temporariamente para evitar ou remediar desequilíbrios no balanço de pagamentos. Além disso, o FMI planeja e monitora programas de ajustes estruturais e oferece assistência técnica e treinamento para os países membros….O FMI se auto-proclama como uma organização de 187 países, trabalhando por uma cooperação monetária global, assegurar estabilidade financeira, facilitar o comércio internacional .”(IN Wikipedia) Bem, vejamos um pouco mais do que eu considero ser, ainda, somente, o branqueamento do FMI, citando Saskia Sassen, em o i, de hoje, 20 de Abril, “O FMI é agora uma instituição melhor do que era. Em primeiro lugar por causa da liderança. Strauss-Kahn é um melhor líder, mais inteligente. A segunda razão é que o FMI já não é o actor poderoso que era nos anos 80 e 90, quando tinha uma série de países que queria transformar de acordo com um formato neo liberal…No inicio de 2000 começou a não ter tanto dinheiro e com tantos fracassos encontrou um novo papel que é a mediação do dinheiro dos contribuintes, o ultimo que resta de forma a pagar aos bancos…” Cohen Bendit um dos gurus da minha geração, o leader do Maio/68, hoje um deputado europeu Verde, também defendeu a boa imagem de Strauss-Kahn, mas nada disse sobre o FMI, numa recente entrevista em volta das potenciais lideranças dos socialistas franceses, o que abonaria da “boa vontade” do FMI de hoje. No entanto, tanto Gregos como Irlandeses nada de bom têm a dizer da bem recente intervenção do FMI no seu país, e Lula, o ex presidente do Brasil foi muito claro, quando esteve em Portugal, “Em visita a Lisboa, para jantar com o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, Lula da Silva disse aos jornalistas que «todas as vezes que o FMI tentou cuidar da dívida dos países criou mais problemas do que soluções». … «Não resolveu os problemas do Brasil nem de outros países», adiantou o ex-presidente brasileiro. …. Para Lula da Silva «a atitude mais correcta é todos assumirem responsabilidade pela crise», aconselhando o actual Governo e o Presidente da República para aproveitem a visita «da presidente Dilma e dos seus ministros para conversarem e ver o que se pode fazer». Portugal, entretanto, é accionista do FMI desde 1960/61, e utilizou este “banco” especial que é o FMI duas vezes, em 1977 e em 1983, tendo pago integralmente os dois empréstimos obtidos e em ambas as situações com larga dificuldade, só escondidas porque em 1986 os financiamentos comunitários esconderam a crise ainda larvar existente em Portugal. Mostrou pois ser um Bom Pagador! Mas, note-se, na época, desde 1975 enfim, Portugal teve de introduzir na sua estrutura económica e social, perto de um milhão de cidadãos e cidadãs, e teve de começar o processo de adequação do país á modernidade – habitações condignas, água canalizada, luz eléctrica, wc nas habitações, educação e portanto escolas para todos, hospitais e centros de saúde espalhados pelo país, estradas asfaltadas, auto-estradas, equipamento de apoio social etc., tudo o que o salazarento regime anterior nada fizera em 48 anos. O FMI tem sido pois um banco que trata mal os seus accionistas já que esta ideia descrita acima, e recito, “ , promover altos níveis de emprego e desenvolvimento econômico sustentável, além de reduzir a pobreza”, os portugueses a desconhecem de todo, pelo que esta disponibilidade social do FMI, desde 1974 até hoje, apesar de sermos um sócio já de 1960/61, inexiste até ao momento para com Portugal! Chama-se a tal publicidade enganosa, um crime económico enfim, como pode ser enganoso o comportamento referido na comunicação social das ditas reuniões dos membros do FMI, em Portugal, com os partidos políticos, as centrais sindicais e mais quem seja! Pelo contrário o que os portugueses e os cidadãos do Mundo em geral sabem, é que o FMI impõe regras, as mesmas há mais de 60 anos, que fragilizam os seus associados e põem em causa a economia de mercado global de hoje, contendo ao máximo a capacidade de investimento dos Estados e, assim, dos cidadãos e das organizações em geral e, desta forma bloqueando, ou limitando fortemente, os processos de crescimento e de desenvolvimento económico ! Daí o que se está a passar na Grécia e na Irlanda, onde, de novo, impôs regras falhadas como se tem visto! O FMI, sendo uma instituição financeira global, onde os Estados são os accionistas, mantém-se em silencio quando entidades como as Agencias de Notação, abusando de direitos que não têm, põem em causa Estados Democráticos, seus accionistas, sem regras criteriosas e comummente aceites, enquanto que as mesmas Agencias de Notação sustentaram os produtos tóxicos que geraram esta crise mundial sem qualquer intervenção, diria melhor criminalização, critica que fosse, desta venal atitude. Não se viu na verdade, até ao momento, qualquer afirmação critica do FMI e dos seus dirigentes a estas entidades sequer uma apreciação sobre a necessidade da sua Regulamentação! O FMI tem como seu accionista o Estado português, enfim todos nós, e que pagou e bem, enfim nós pagámos, para ser accionista e há que fazer relevar tal a todo o momento! Somos pois, também, donos do FMI e devemos dizer que a sua gestão nos desagrada enormemente e que, no mínimo, depois de termos utilizado este banco por duas vezes com hoje tudo pago e a juros bem elevados, o FMI tem o dever de nos respeitar e com elevada consideração, a elevada consideração que qualquer Banco tem com os seus accionistas e ainda por cima Clientes! Dia 22 de abril temos de dizer Não ao modelo de políticas do FMI que, em nada respeita a economia de mercado, e em tudo a subverte pois o Mercado somos Todos Nós e um Todos Nós que é tanto Melhor quanto mais adequada é a Distribuição dos Rendimentos, e por isso, o grau de Investimentos possível! E iremos dizer Não na Vigília a realizar-se pelas 19h30m na rua Latino Coelho à porta do nº1, no local onde foi e deveria continuar a ser a instalação da Missão da ONU em Portugal, pois servirá também de critica a este abandono de um país europeu por parte da ONU! Devemos também dinamizar ao máximo as Assinaturas para a Petição pela Regulamentação das Agencias de Notação que pode ser assinada em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 e que conta já com 1649 Assinaturas !
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Mais Um Referendo na Islândia - De Novo Não Pagamos! Texto reformulado)

60% dos islandeses voltaram a dizer Nao Pagamos! Acto de coragem? Acto de loucura? Acto de desespero ? Acto de fúria? Bem, o que importa é que disseram Não Pagamos uma divida de uma Banca que valia onze vezes o conjunto do pais, mas que à primeira, logo no embate inicial - estourou! De facto, essas onze vezes de riqueza maior que o Estado, eram em boa parte verdadeiro lixo, produtos financeiros tóxicos. E o espantoso é que esses produtos tóxicos, provindos em boa parte dos EUA, da alta finança lá sediada, eram para as mesmas agencias de Notação que nos consideram ao nível do lixo - bons produtos! Eis porque o conceito de Crime Económico Contra a Humanidade, conceito nascido como vimos nos EUA também, o país de todos os contrastes, que já referi em texto anterior, tem de ser utilizado e os criminosos têm de ser penalizados! Vamos para tribunal dizem os Islandeses e, nessa matéria, bem. Daí, claro, a zanga das agencias de Notação porque, em tribunal, arriscam-se a serem consideradas parcialmente no mínimo, culpadas! Dai também o silencio dos que à Direita e à Esquerda, em Portugal, votaram contra o PECIV, pois a Islândia mostra, é exemplo disso, que há muitos caminhos que Não passam pela cedência da Esquerda e da Direita, ao FMI. É certo que em Portugal a situação é bem diversa, pois o nosso endividamento tem uma forte parcela das Famílias e das Empresas e Não apenas do Estado por um lado e, por outro, a Banca Nao se alimentou em Portugal dos tais produtos tóxicos, aliás ao contrário do dito no videoclip a seguir , que não deixa de ser interessante e, por isso, o divulgamos neste texto http://www.youtube.com/watch?v=8MPJkq8LiNQ ! Mas a Islandia mostra que os caminhos alternativos ao FMI eram muitos, algo esquecido na votação contra o PEC IV, que nos empurrou para esta fragilíssima situação em que vivemos – a de estarmos nas mãos do FMI! (Se calhar é por isso que Fernando Nobre voa tão aceleradamente do BE às mãos do PSD de Passos Coelho – o tal das ligações incómodas em http://www.sabado.pt/Actualidade/Portugal/Passos-Coelhos-empresas-escandalos .aspx?time=20113293160377 !). Podia e estava Portugal a procurar seguir um percurso europeu, por isso anti FMI, (pois só os tolos não entenderam que existem fortes divergências entre o projecto Europa e os interesses ligados ao FMI), quando o mesmo percurso foi travado por esta aliança espúria CDS PSD PCP BE, na AR. E, gostem ou não, à responsabilidades que não podem deixar de ser assacadas! Hoje sabe-se o resultado desta visão eleitoralista das oposições, e o como estamos a pagá-la caro! Visão eleitoralista e sectária que, infelizmente, a levou a Não apoiar, como deviam, a Regulamentação das Agencias de Notação e a Petição que se encontra em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 e já com 1180 Assinaturas, mas necessitando de ter 5 000 ! O Nao pagaremos seria em Portugal nada sério, pois existem responsabilidades, individuais, de quase todos, como vimos, na divida externa portuguesa. Mas a Via da Negociação Europeia esteve a um minuto de ser obtida e o não ter se conseguido tal via foi um erro irreparável! Hoje há que criar condições para, eleitoralmente, se penalizar quem cometeu o tão irreparável erro, as oposicoes, e permitir que os próximos difíceis tempos sejam geridos por quem estava a resolver adequadamente no governo o impacto da crise mundial em Portugal – o PS! Mas urge também que, no PS, se deixe surgir a mais Esquerda para além da Esquerda que está no PS, com novas gentes e novas vozes, no acompanhamento apoiante, mas critico, da governação na Assembleia da República! Não parece, infelizmente, que tal esteja a suceder - o que fragilizará eleitoral e desnecessariamente o PS! E tal numa altura em que urge assumir posicionamentos de elevada abertura, bem ao contrário da censura feita na Madeira ao lançamento do livro Jardim, a grande fraude, de Ribeiro Cardoso (Caminho) e, acompanhar o simbólico exemplo da Exposição do Não Apaguem a Memória, NAM. Joffre Justino E-mail : jjustino@epar.pt Blog pessoal: coisasdehoje.blogs.sapo.pt/ Remover desta lista de distribuição Notas, 1. Exposição “A Voz das Vítimas” A direcção do NAM vem convidar-vos a estar presentes na inauguração da exposição “A Voz das Vítimas” que terá lugar no dia 14 de abril próximo, às 18 horas, no Aljube (ao lado da Sé de Lisboa). A Exposição resulta de uma parceria entre o Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! (NAM), a Fundação Mário Soares e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e teve o apoio financeiro da Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da República, da Câmara Municipal de Lisboa, da Secretaria de Estado da Cultura e doutras instituições, empresas e cidadãos que decidiram dar o seu contributo a esta iniciativa. 2. A Censura Campeia na Madeira! A propósito do lançamento no Funchal do livro Jardim, a grande fraude, de Ribeiro Cardoso (Caminho), cujo convite lhe foi ontem por nós enviado vimos informar o seguinte: 1 – Depois de devidamente combinado e agendado o lançamento numa sala do Hotel CS Madeira Atlantic, no Funchal, para o dia 12 de Abril (próxima terça-feira), pelas 18 horas fomos informados esta manhã, por parte de responsável do Hotel, da impossibilidade do aluguer da sala. 2 – Durante a tarde de hoje realizámos diversos contactos para alugar uma sala na cidade do Funchal, contactos que se revelaram infrutíferos. 3 – Por esta razão, vemo-nos forçados a adiar o lançamento para uma data posterior, da qual informaremos logo que possível. O lançamento agendado para Lisboa, no dia 13, às 18.30h, na Casa da Imprensa, mantém-se. Lamentamos qualquer inconveniente causado por este adiamento. Catarina Cruzeiro Comunicação Rua Cidade de Córdova, nº 2 2610-038 Alfragide - Portugal Telef. (+351) 21 427 22 86 Tlm. 91 197 33 59 ccruzeiro@leya.com Manuel Rodrigues Vaz Estrada de Telheiras, 79 - 3º A 1600-768 LISBOA Tel. +351 962469769 manuelrvaz@gmail.com
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011

Crimes Económicos Contra A Humanidade …E Assinem a Petição Pela regulamentação das Agencias de Notação em , http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501>

Preferia estar, hoje, neste Belo dia de Primavera, a beneficiar do mesmo, entre Sol, Praia e Património de Expressão Portuguesa. Mas talvez por isso, por o preferir, estou a escrever este texto, sobre uma parcela dos Crimes Contra a Humanidade – os económicos. Como sabem tenho escrito vários textos sobre a premência de Regulamentar a actividade financeira que hoje é Global e, claro sobre a Regulamentação das Agencias de Notação que, lá de um canto da Bolsa de NY, capatazes que são, se entretêm a destruir Estados e economias, por isso Pessoas. Aniquilando-as, física, psicológica e moralmente. Curiosamente, mais uma vez, é necessário que dos EUA venha uma resposta – a de reanalisar, alargando, o âmbito dos Crimes Contra a Humanidade, os Crimes Económicos – para que pensemos em soluções globais face a estas violências globais que nos caiem sobre a Economia. Surgiu na Business Week e assinado por Shoshana Zuboff, antiga professora da Harvard Business School este conceito – o de Crime económico Contra a Humanidade – no texto, "Wall Street's economic crimes against humanity", já a 20 de Março de 2009, há já mais de dois anitos! E esta ideia mostra o quão estão as Esquerdas europeias fora da realidade, engordadas que estão por um protector Estado Providencia que elas acalentam como fautor da suprema felicidade! A primeira grande questão está, do meu ponto de vista, na subversão do principio do primado do Ser Humano na actividade económica. Nenhum clássico da economia se atreveu, nunca, liberais que eram em geral, a recusar este principio. Aliás, promoviam-no contra o conceito elitista das lógicas feudais, pois para eles a essência era a Libertação do Individuo, elemento essencial para a libertação da economia. Bem, estamos em 2011, em plena sociedade do Conhecimento e da Informação e hoje a conflitualidade é outra. A conflitualidade vive-se entre os que desprezam o Ser Humano em geral e deles pretendem somente beneficiar e entre os que sustentam a essencialidade do Ser Humano, liberais que são, à Direita ou à Esquerda, e entre eles, sobretudo, Keynesianos, marxólogos, socialistas humanistas e anarquistas. Os que desprezam o Ser Humano são contra tudo o que é regulamentar a economia pois sabem que a sua regulamentação significa o assumir que, nela também, a Pessoa está em primeiro lugar(!), velho, muito velho mesmo, conceito sócio político que encontramos na Bíblia e nas Palavras de Jesus Cristo, um espantoso revolucionador de Mentalidades como sabemos. Mas as actividades da alta finança são, sem dúvida, especialmente criticáveis, merecendo as mais das vezes forte penalização, pela forma como inventaram produtos tóxicos para a economia, fragilizando-a enormemente e fragilizando um outro principio essencial da economia – o da confiança – pela forma como se dedicam agora a destruir Estados, com um único e deplorável objectivo – o de concentrar a guerra entre o dólar e o yun, anulando para tal o euro! Tenho feito este solitário, (em Portugal claro), combate pela Regulamentação das Agencias de Notação, precisamente porque urge travar os futuros, mas não tão longínquos assim, resultados catastróficos desta visão niilista da economia – destruamos o Estado providencia repúnhamos os Miseráveis como tal – Miseráveis – agora em novo continente, o europeu! O que exige que se relevem os actos Solidários de Timor Leste e do Brasil, para com Portugal! Leiam o texto do ElPais, abaixo, e Assinem a Petição pela Regulamentação das Agencias de Notação em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501>http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 e, claro, os que puderem apareçam no restaurante A Parreirinha do Paraíso, na rua do Paraíso, Lisboa, para participarem no jantar debate para que analisemos o Que Mais Podemos Fazer Pela Economia Para as Pessoas! (e Contra o FMI, sem dúvida!). Joffre Justino E-mail : jjustino@epar.pt Blog pessoal: coisasdehoje.blogs.sapo.pt/ http://www.elpais.com/articulo/opinion/Crimenes/economicos/humanidad/elpepuopi/20110329elpepiopi_4/Te Crímenes económicos contra la humanidad Según la Corte Penal Internacional, crimen contra la humanidad es "cualquier acto inhumano que cause graves sufrimientos o atente contra la salud mental o física de quien los sufre, cometido como parte de un ataque generalizado o sistemático contra una población civil". Desde la II Guerra Mundial nos hemos familiarizado con este concepto y con la idea de que, no importa cuál haya sido su magnitud, es posible y obligado investigar estos crímenes y hacer pagar a los culpables. Situaciones como las que ha generado la crisis económica han hecho que se empiece a hablar de crímenes económicos contra la humanidad. El concepto no es nuevo. Ya en los años 1950 el economista neoclásico y premio Nobel Gary Becker introdujo su "teoría del crimen" a nivel microeconómico. La probabilidad de que un individuo cometa un crimen depende, para Becker, del riesgo que asume, del posible botín y del posible castigo. A nivel macroeconómico, el concepto se usó en los debates sobre las políticas de ajuste estructural promovidas por el Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial durante los ochenta y noventa, que acarrearon gravísimos costes sociales a la población de África, América Latina, Asia (durante la crisis asiática de 1997-98) y la Europa del Este. Muchos analistas señalaron a estos organismos, a las políticas que patrocinaron y a los economistas que las diseñaron como responsables, especialmente el FMI, que quedó muy desprestigiado tras la crisis asiática. En la actualidad son los países occidentales los que sufren los costes sociales de la crisis financiera y de empleo, y de los planes de austeridad que supuestamente luchan contra ella. La pérdida de derechos fundamentales como el trabajo y la vivienda y el sufrimiento de millones de familias que ven en peligro su supervivencia son ejemplos de los costes aterradores de esta crisis. Los hogares que viven en la pobreza están creciendo de forma imparable. Pero ¿quiénes son los responsables? Los mercados, leemos y oímos cada día. En un artículo publicado en Businessweek el 20 de marzo de 2009 con el título "Wall Street's economic crimes against humanity", Shoshana Zuboff, antigua profesora de la Harvard Business School, sostenía que el que los responsables de la crisis nieguen las consecuencias de sus acciones demuestra "la banalidad del mal" y el "narcisismo institucionalizado" en nuestras sociedades. Es una muestra de la falta de responsabilidad y de la "distancia emocional" con que han acumulado sumas millonarias quienes ahora niegan cualquier relación con el daño provocado. Culpar solo al sistema no es aceptable, argumentaba Zuboff, como no lo habría sido culpar de los crímenes nazis solo a las ideas, y no a quienes los cometieron. Culpar a los mercados es efectivamente quedarse en la superficie del problema. Hay responsables, y son personas e instituciones concretas: son quienes defendieron la liberalización sin control de los mercados financieros; los ejecutivos y empresas que se beneficiaron de los excesos del mercado durante el boom financiero; quienes permitieron sus prácticas y quienes les permiten ahora salir indemnes y robustecidos, con más dinero público, a cambio de nada. Empresas como Lehman Brothers o Goldman Sachs, bancos que permitieron la proliferación de créditos basura, auditoras que supuestamente garantizaban las cuentas de las empresas, y gente como Alan Greenspan, jefe de la Reserva Federal norteamericana durante los Gobiernos de Bush y Clinton, opositor a ultranza a la regulación de los mercados financieros. La Comisión del Congreso norteamericano sobre los orígenes de la crisis ha sido esclarecedora en este sentido. Creada por el presidente Obama en 2009 para investigar las acciones ilegales o criminales de la industria financiera, ha entrevistado a más de 700 expertos. Su informe, hecho público el pasado enero, concluye que la crisis se hubiera podido evitar. Señala fallos en los sistemas de regulación y supervisión financiera del Gobierno y de las empresas, en las prácticas contables y auditoras y en la transparencia en los negocios. La Comisión investigó el papel directo de algunos gigantes de Wall Street en el desastre financiero, por ejemplo en el mercado de subprimes, y el de las agencias encargadas del ranking de bonos. Es importante entender los distintos grados de responsabilidad de cada actor de este drama, pero no es admisible la sensación de impunidad sin "responsables". En cuanto a las víctimas de los crímenes económicos, en España un 20% de desempleo desde hace más de dos años significa un enorme coste económico y humano. Miles de familias sufren las consecuencias de haber creído que pagarían hipotecas con sueldos mileuristas: 90.000 ejecuciones hipotecarias en 2009 y 180.000 en 2010. En EE UU, la tasa de paro es la mitad de la española, pero supone unos 26 millones de parados, lo cual implica un tremendo aumento de la pobreza en uno de los países más ricos del mundo. Según la Comisión sobre la Crisis Financiera, más de cuatro millones de familias han perdido sus casas, y cuatro millones y medio están en procesos de desahucio. Once billones de dólares de "riqueza familiar" han "desaparecido" al desvalorizarse sus patrimonios, incluyendo casas, pensiones y ahorros. Otra consecuencia de la crisis es su efecto sobre los precios de alimentos y otras materias primas básicas, sectores hacia los que los especuladores están desviando sus capitales. El resultado es la inflación de sus precios y el aumento aún mayor de la pobreza. En algunos casos notorios de fraude como el de Madoff, el autor está en la cárcel y el proceso judicial contra él continúa porque sus víctimas tienen poder económico. Pero en general, quienes han provocado la crisis no solo han recogido unas ganancias fabulosas, sino que no temen castigo alguno. Nadie investiga sus responsabilidades ni sus decisiones. Los Gobiernos los protegen y el aparato judicial no los persigue. Si tuviéramos nociones claras de qué es un crimen económico y si existieran mecanismos para investigarlos y perseguirlos se hubieran podido evitar muchos de los actuales problemas. No es una utopía. Islandia ofrece un ejemplo muy interesante. En vez de rescatar a los banqueros que arruinaron al país en 2008, la fiscalía abrió una investigación penal contra los responsables. En 2009 el Gobierno entero tuvo que dimitir y el pago de la deuda de la banca quedó bloqueado. Islandia no ha socializado las pérdidas como están haciendo muchos países, incluida España, sino que ha aceptado que los responsables fueran castigados y que sus bancos se hundieran. De la misma forma que se crearon instituciones y procedimientos para perseguir los crímenes políticos contra la humanidad, es hora de hacer lo mismo con los económicos. Este es un buen momento, dada su existencia difícil de refutar. Es urgente que la noción de "crimen económico" se incorpore al discurso ciudadano y se entienda su importancia para construir la democracia económica y política. Como mínimo nos hará ver la necesidad de regular los mercados para que, como dice Polanyi, estén al servicio de la sociedad, y no viceversa. Lourdes Benería es profesora de Economía en la Universidad de Cornell. Carmen Sarasúa es profesora de Historia Económica en la Universidad Autónoma de Barcelona.
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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

Músico Eu Não Sou….

“First, there should be better regulation. The agencies must have policies and processes to follow when making their assessment of a credit risk. This regulation should ensure that ratings delivered in different markets and in different asset classes should be comparable. Many leading market participants believe that they are not comparable at the moment. Second, the professionals in the agencies should be required to be accredited, regulated members of a professional body with the same rigours that are applied to accountants, lawyers and doctors. Third, the market should commission and pay for credit ratings. The fees should be paid by exchanges, perhaps in proportion to the financial values traded on each exchange. This will remove the incentive for agencies to compete on how positive an approach they might take.” Tim Stone is the chairman of KPMG’s Global Infrastructure and Projects Group and an expert nonexecutive member of the board of the European Investment Bank. He writes here in a personal capacity “Mário Soares não defendeu Portugal com o FMI? Fala-se como se Mário Soares tivesse traído Portugal.”, diz Carrilho ao i de hoje. Prefiro, entretanto, como vêm acima, citar um líder de uma Consultora Internacional, de grande prestigio por todo o Mundo, das que hoje não se fala em Portugal. Porque tem um discurso técnico sério, porque exige a Regulamentação das Agencias de Notação, como se vê acima. Tal como nós fazemos em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 ! E onde Já existem 819 assinaturas, apesar de toda a Campanha em favor dessa gentalha que por cá se faz, à Direita e à Esquerda! Vejamos algumas das muitas razões pelas quais não é possível confundir as duas intervenções do FMI em Portugal, com esta possível, dramática, inaceitável e desnecessária, intervenção, em 2011. A relação bolsista e financeira entre Estados e sector financeiro mundial era ridiculamente pequena nesses dois momentos. A ideia de controlar e classificar os Estados era nesses dois períodos inaceitável! A ideia de destruir os Estados, nesses dois períodos era, até para os antepassados dos neo liberais, os fascistas de então, do Chile de Pinochet e etc., mesmos para estes, de recusar, de todo! E, mesmo assim, haviam socialistas, como eu, que defendendo Mário Soares, indefectivelmente, no terreno social do Movimento Sindical, que olharam com fortíssimas reservas, e que as escreverem, por exemplo no DN, para os acordos com o FMI. Por isso, por ser indefectível de Mário Soares, cheguei a ser acusado por alguns jornalistas de então, como um dos “bonzos” do sindicalismo, sendo que o líder desses “bonzos” era, e recordo-o aqui enquanto Homenagem, António Janeiro! Nunca, entretanto, acusei Mário Soares de traição, por ter solicitado a intervenção do FMI, até porque na época não havia União Europeia, não estávamos sequer na CEE, e o endividamento imposto ao Estado português pelas governações PSD, impunham uma necessidade de financiamento que só podia ser encontrado no FMI. E, releve-se, tal financiamento mesmo em Portugal, como em todas as outras partes do Mundo onde o FMI entrou, não correu bem, dadas as imposições que nos foram determinadas por uma senhora que ainda hoje, com um nome curiosamente meio grego, certamente porque auferiu bons rendimentos com tal, diz que gosta muito de Portugal, (sobretudo quando estamos certamente de tanga!). Não fora a adesão à CEE e ainda hoje andaríamos de tanga…. Mas enfim, eu não sou músico e por isso mesmo quando alguém fala de música, calo-me e aprecio quem fala a ver se aprendo algo. E, enfim também, sendo um indefectível soarista, todos o sabem, nunca deixei de criticar Mário Soares quando entendi que o devia fazer, porque no PS nunca vi ninguém agarrado ao Poder, assisti a intensos debates no seio do PS, (e só entrei para o PS em 1984), fui recusado e não me zanguei a deputado pelo PS por, imaginem, (!), falta de antiguidade no PS pelo Vitor Constâncio, que mo disse na cara, sem que nos zangássemos por isso. Hoje insiste-se de novo no FMI, via uma sigla ridícula, do género meio assobio, FEEF, e, de novo, estou contra. Não por teimosia, mas porque não auguro nada de bom em qualquer entrega, cedência, baixar de calças, ao FMI. Ao contrario do que fizeram o CDS, o PSD, o PCP e o BE quando votaram contra o PEC IV, claramente para que vergássemos ao FMI, e por isso falo no nascimento de uma Nova Direita em Portugal. Entendo que Portugal deve resistir o quanto puder a este vergar, ajoelhar, ao FMI que esta Nova Direita nos quer impor. Por exemplo com esta campanha, inacreditavelmente negativa, nos jornais, nas rádios e nas televisões, de cada vez que o Estado português vai “aos mercados”, (sorrio com este conceito que só me faz lembrar o Paulinho dos mercados…). Porque esta Nova Direita entusiasma-se toda de cada vez que os juros nos tais mercados sobem. Mostrando assim o que é – de uma Direita não patriótica, porque, garanto-vos existe outra Direita bem patriótica, bem como costumo dizer, Filha do Império como eu e não composta de Velhos do Restelo! Não sou músico e se calhar por isso nem toda a música me encanta, e, Carrilho, que até já teve alguma razão, hoje é o exemplo, um dos exemplos, do total desnorte em que esta Esquerda anda em Portugal e do fautor de uma música sem gosto algum! Cederemos mais tarde ou mais cedo? Tudo indica que sim. Será tal o adequado? Não, não é o adequado e o tempo o mostrará, pois desta vez não surgirão do Céu mais manás como foram os financiamentos da CEE! Vale mais forçar a União Europeia a mudar de rumo porque se ela não mudar a breve trecho viveremos num Planeta sem União Europeia, tal qual os da alta finança desejam! Não concordo com o modelo de resistência da Islândia, mas, por favor, concordo totalmente com a ideia da Resistência! Por uma questão de dignidade!
publicado por JoffreJustino às 16:40
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Farinha do Mesmo Saco…Eu Não Sou! E Vocês? ( … E Apoia a Petição Pela Regulamentação das Agencias de Notação em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 já somos mais de 650!)

Agora estão aflitos! Agora descobrem que indo a votos há que saber se ganham, e, por isso, há que impor ao PS que seja ele a tratar com o FMI da rendição. E, assim, ao contrario do que diziam antes, e ou para outros temas, há que dizer que um governo de gestão já não o é, e há que fazer com que a traição seja alargada ao PS, já que a espúria coligação, CDS, PSD, PCP e BE, (os seus dirigentes relevo), essa já assumiu serem compostos por meros capatazes da Alta Finança Mundial, os patrões do FMI e das Agencias de Notação não regulamentadas e que rosnam, como rosnaram, quando a Comissão Europeia, timidamente mais uma vez, assumiu que há que as Regulamentar! Porque os autênticos Liberais, tal como os Socialistas, e os Verdes Europeus, estão contra a rendição ao FMI, e querem a Regulamentação das Agencias de Notação, o que não sucede por aqui, a não ser que o critico Santana Lopes o assuma, o que espero bem que sim. É brutal a pressão sobre o PS. Na comunicação social, por via da presidência da República, nos meios internacionais conservadores, todos pressionam Sócrates e o PS a vergar como vergaram, o CDS, o PSD, o PCP e o BE e a presidência da República! Eis porque continuo a gostar dos EUA. Lá, o Tea Party chama-se mesmo Tea Party, é o que é, e usa mesmo denominações conservadoras e não se mascara em siglas como PCP e BE… Os lobbies nos EUA são bem agressivos mas tudo está transparentemente assumido, legalmente regulamentado. (Enfim, quase tudo, mas o que não está virá a estar e mais cedo em geral nos EUA que na Europa, sempre tímida, sempre mal dividida, sem mal assumida…). Mas por gostar do EUA não preciso de ter complexos de inferioridade. Fui um freedom fighter com gosto, assumidamente e não necessitando de me mascarar continuei à Esquerda. Porque cedo entendi que a URSS não era o “paraíso socialista”, cedo, bem, um pouco menos cedo realmente, percebi que a República Popular da China também não o era. Mas não somos realmente farinha do mesmo saco. E muito menos hoje. Uns, aderem com grande facilidade à ideia de nos vergarmos ao FMI, com mais ou menos discurso, mas na pratica com bastante celeridade. Porque vivem bem, porque não sofrerão as consequências, dado o estatuto que acham que já têm. Nas Ásias, tal como na América Latina, (e claro até em Portugal), não são poucos os países que já perceberam que tal não é verdade, mesmo para as elites… Entretanto, por cá, a xenófoba cabeça de alguns leva-os a pensarem que sendo “europeus” nada lhes acontecerá, até porque os europeus, em nome da sua boa consciência, necessitam destas “esquerdas folclóricas”, para justificarem esta “burguês democracia”, (eis como eles entendem “estes assuntos”, “marxistas” que são). Desenganem-se e desenganem-se rápido, pois neste Mundo Global e tendo em conta que a mais importante potencia do Mundo tem múltiplas minorias, (e algumas até já deixaram de o ser…), é tudo menos europeia, e como a Europa não descola do lento crescimento, a verdade é que hoje, nesta Globalização, importante mesmo não é nem a Alemanha, nem a França, nem o Reino Unido, (o que desde Tony Blair os britânicos já o sabem…), pois importante mesmo são a China, o Brasil, as Índias várias, e talvez ainda sobre para a República da África do Sul. E o que está a suceder é muto claro – trata-se de destruir a União Europeia antes que ela acerte o passo, e vire competitiva, para dar espaço a estes novos emergentes, esses sim importantes, produtores e clientes baratos e não exigentes, e em grande quantidade e portanto ainda não competitivos. E destrói-se como deve ser – atacando os mais fracos, fazendo com que os mais poderosos os deixem cair, mas gerando sempre fragilidades crescentes nos antigos poderosos europeus, até que caiam também. Mao Tse Tung e Ho Chi Minh já ensinaram tal há muito, para não ir buscar estrategas bem mais antigos… Conhecem aquele poema primeiro foram os judeus e os comunistas(bem no tempo em que eles nada tinham a ver com os actuais portugueses…), depois os socialistas, depois todos os restantes opositores, até sobrar eu que nada fiz pelos outros e por isso caí também? É o que estamos a viver! Não é possível resistir? Claro que sim, claro que podemos resistir! Não com uma Assembleia da República que até o 25 de Abril já deixou cair claro! Com uma Nova Maioria Socialista sem dúvida. Mesmo que com defeitos evidentes, e abaixo deixo um email que recebi de quem sabe como devemos dinamizar estuários hoje no total abandono, o que não foi feito, mas porque souberam dizer Não ao FMI! Deixo-vos ainda uma carta irlandesa aos Portugueses, porque ainda há tempo para dizer Não! http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1817791 Caro Jofre, Dia 5 de Junho terei certamente uma prenda especial, uma nova reeleição do PS e do seu Secretário Geral... contrariando muitos "velhos do restelo" que só sabem dizer mal, fazer política de baixo nível e de "bota abaixo".... Parece que já ninguém se lembra como o santana lopes deixou as finanças do país, e que o embróglio dos submarinos ainda não pagos na totalidade e não operacionais, conforme foi contratado, já não interessa. Claro que como afirmas nos teus escritos o PS tem tido alguns (ou muitos) deslizes, negócios e nomeações para cargos "que nem lembra ao menino jesus como são feitas as nomeações... que logo são levadas para a opinião pública e de seguida são "desnomeados..." como que dando razão á oposição...! Restam bons exemplos, e infelizmente os jornais e televisão pouco relevo lhes dão: 1 - No caso do afundamento do petroleiro Prestige, ao largo a Galiza e norte de Portugal, um grande capitalista fez soar "as trombetas" e exigiu medidas de prevenção imediatas... mas como o Presidente do Governo da Galiza o sr. Tierno Galvan estava de férias e pretendeu continuá-las, até que a crise e o petróleo já estava em terra e estava a destruir o rico património em bivalves da costa, e sobretudo as criações de bivalves em aquacultura na costa e na orla maritima de ostras, mexilhão, perceves e outros moluscos e mariscos , assim como douradas e robalos - de que é principal accionista e proprietário o rico espanhol - patrão da cadeia ZARA, ficaram criadas as condições para a queda do Governo, e com isso o Partido Socialista da Galiza ganhou um Governo que nunca tinha ganho desde a morte do franco... 2 - No tempo em que o santana lopes estava no governo, soube de presença própria, quando fazia uma visita regular a uma empresa de aquacultura de Setúbal, que o jantar de uma recepção oficial a delegação estrangeira seriam várias caixas de ostras de Setúbal, e essa empresa, anos depois envia para o jantar do Presidente da República com o Principe Carlos umas caixas de robalos... são dois exemplos pela positiva da riqueza piscícola de Setúbal, que temos visto pouco defendida... 3 - A Ria Formosa, o Rio Sado e o Rio Tejo, assim como a Ria de Aveiro têm excelentes condições para a aquacultura... e passaríamos a fazer exportação de peixe e bivalves, em vez de importarmos ou permitir que os espanhóis paguem aos desempregados portugueses, para durante a noite apanharem berbigão, mexilhão, perceves e outros bivalves, assim como a rapina nas ribeiras das enguias bebés e juvenis, que são vendidas em conserva para a Europa como produtos espanhol... Como vamos passar a mensagem, de modo a que o novo Programa do nosso Partido possa ter estas realidades em conta?
publicado por JoffreJustino às 12:16
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