Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

Entre o Futebol, o Governo e a Crise…

‎"Thanks Spain for getting the
World Cup for Portugal. It turns
out that according to the Tordesilhas
Treaty signed in 1494, everything
conquered by Spain east of 46 degree
meridian, is indeed property of Portugal.
So, could you please fedex the Cup now
to Portugal?"


Tradução de Inglês para Português


"Grato à Espanha por conseguir a Taça do Mundo para
Portugal. Acontece que, segundo a Assinatura do Tratado
de Tordesilhas, em 1494, tudo o conquistado pela Espanha
a leste do meridiano 46 graus, é de facto de propriedade de
Portugal. Então, poderiam, Por favor, enviar o fedex Cup agora
para Portugal? "
In, email recebido através da amiga Nucha, em texto mais aportuguesado


Seria útil, para todos os Lusófonos, que a Taça do Mundo se resolvesse de forma tão simples…agarrando-nos a um “direito histórico”, que protegeu o Império Português até ao século XIX, isto é, até que, com as Invasões Francesas, se tornasse evidente que este Império dava os últimos estertores…achou-se assim na altura, inclusive em Portugal, ainda que, como sabemos, cedo demais.

Viu-se o resultado dessa frágil atitude, com a reacção da Monarquia Liberal ao Ultimatum, britânico, em 1890, com a entrega, sem qualquer Resistência, do Mapa Côr de Rosa à grande potencia de então, o Reino Unido.

Foi este acto de inequívoca cobardia, a total cedência face ao Ultimatum, que fragilizou de vez a monarquia e deu o fôlego suficiente aos Republicanos para que, em 20 anos, estes pudessem assumir o Poder e mudar o Regime.

No entanto, foi também este acto que possibilitou o nascimento de dois países Lusófonos hoje existentes – Angola e Moçambique.

A não ter sucedido este acto de cobardia, com um rei Carlos a iniciar o seu reinado, e não só Portugal ainda seria provavelmente monárquico, como, a existir algo, seria um país imenso cobrindo todo a Região do Mapa Cor de Rosa.

Dando talvez bem mais lógica as fronteiras que hoje se mostram inadequadas…

Só que os “direitos históricos” já não nos darão esta espantosa oportunidade acima referida de, por via dos mesmos, ganharmos sequer a taça do Mundial…

No entanto, a verdade é que o tecido económico e social português foi Imperial, ainda, até 1974/5.

O circuito de bens e mercadorias e de serviços, assim como o de Pessoas, era Imperial, o que dava à economia portuguesa,( apesar das limitações dramáticas que o Estado, salazarista, impunha à economia e à sociedade), uma estabilidade significativa pois a falta de inovação tecnológica, e de qualificação das Pessoas, era superada pela magnitude de um mercado suficientemente fechado.

De facto, a Direita portuguesa ainda se gere, (mas também uma parte da Esquerda), melhor ainda se pensa, como se vivesse Portugal neste Império imenso.

Ora, a CPLP não cria esse Mercado fechado, ainda que crie um Mercado onde alguns produtos de raiz portuguesa são preferencialmente recebidos…

De qualquer forma, tal potencial é insuficiente, em especial porque se mantêm as fragilidades quanto à inovação tecnológica e à qualificação das Pessoas, em Portugal e na restante CPLP.

Ao que acresce o carácter reduzido do Mercado português.

Acusa-se este governo de andar á deriva, (disse-o, ainda ontem, o economista que não paga almoços nem aos filhos, apesar de se dizer católico…), esquecendo-se que nunca se foi tão veemente na busca da inovação e da qualificação escolar e profissional em Portugal, como hoje.

Pelo que se está, sem dúvida, com este governo, a atacar o centro da ferida da economia portuguesa, mesmo que, afirmo-o, de forma ainda insuficiente, tendo em conta a “oportunidade”, (infeliz mas oportunidade), que é potenciar este período de elevado Desemprego, para qualificar as Pessoas sem qualificação, o que, se tem acontecido, como nunca aconteceu, era exigível que acontecesse ainda mais.

Infelizmente, os “intelectuais” portugueses, de Direita ou de alguma Esquerda, continuam a entender que, qualificação a sério só se em “escolinha a sério”, (de preferência publica), pelo que se continua a desvalorizar todo o trabalho realizado, (e a procurar desinvestir em…), pelas Escolas Profissionais e pelas entidades acreditadas de formação profissional.

Desvalorizando por tal as medidas deste Governo e o QREN.

Como se está, sem dúvida, a desvalorizar todo o trabalho feito por este Governo de incentivo à Internacionalização, em especial no seio da CPLP, mas também para além dela.

Como se procura anular tudo o que foi feito no contexto da Reforma do e no Estado, nos seus múltiplos serviços, por este Governo.

Ou, ainda, como se procura fazer esquecer toda a cuidadosa estratégia de redução da dívida de forma sustentada e sem pôr em causa o investimento do Estado na dinamização da economia, e no apoio à dinâmica social, ( que não quer dizer na aquisição de mais e mais “nacionalizações”), com ridículas acusações de despesismo.

Que, sem dúvidas, começa a dar resultados.

A pontos de Paulo Portas, o intuitivo leader da Direita ter começado a exigir, como se viu, a queda de Socrates, não para retirar o PS do Governo mas para se instalar um governo de salvação nacional.

Medo de Paulo Portas perante a realidade de ver uma crise debelada pelo PS, no caso pela 3ª vez, antes de erradicar este partido do Governo?

Parece bem credível esta hipótese.

Porque o adequado seria Paulo Portas ter tido a coragem política de defender um governo de salvação nacional, ponto final, sem tentar imiscuir-se nos outros partidos políticos e nas lideranças dos outros partidos políticos.

Se o tivesse feito teria Paulo Portas tido o meu apoio.

Defendo, e não sou o único, desde pelo menos Agosto de 2009, a necessidade de um governo de salvação nacional.

Onde o PCP e o BE também deveriam, claro, estar.

E não somente o PS, op PSD e o CDS.

Só que, ao que parece, ou se teme governar em crise deixando esse ónus para os que não temem, o PS e Socrates. Ou se pretende aceitando a tese, fazer com que o PS parta fragilizado para essa solução.

Em ambas as posições estamos perante posicionamentos por demais temerosos que o eleitorado penalizará a tempo.
publicado por JoffreJustino às 14:54
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Entre o Futebol, o Governo e a Crise…

Thanks Spain for getting the
World Cup for Portugal. It turns
out that according to the Tordesilhas
Treaty signed in 1494, everything
conquered by Spain east of 46 degree
meridian, is indeed property of Portugal.
So, could you please fedex the Cup now
to Portugal?"


Tradução de Inglês para Português


"Grato à Espanha por conseguir a Taça do Mundo para
Portugal. Acontece que, segundo a Assinatura do Tratado
de Tordesilhas, em 1494, tudo o conquistado pela Espanha
a leste do meridiano 46 graus, é de facto de propriedade de
Portugal. Então, poderiam, Por favor, enviar o fedex Cup agora
para Portugal? "
In, email recebido através da amiga Nucha, em texto mais aportuguesado


Seria útil, para todos os Lusófonos, que a Taça do Mundo se resolvesse de forma tão simples…agarrando-nos a um “direito histórico”, que protegeu o Império Português até ao século XIX, isto é, até que, com as Invasões Francesas, se tornasse evidente que este Império dava os últimos estertores…achou-se assim na altura, inclusive em Portugal, ainda que, como sabemos, cedo demais.

Viu-se o resultado dessa frágil atitude, com a reacção da Monarquia Liberal ao Ultimatum, britânico, em 1890, com a entrega, sem qualquer Resistência, do Mapa Côr de Rosa à grande potencia de então, o Reino Unido.

Foi este acto de inequívoca cobardia, a total cedência face ao Ultimatum, que fragilizou de vez a monarquia e deu o fôlego suficiente aos Republicanos para que, em 20 anos, estes pudessem assumir o Poder e mudar o Regime.

No entanto, foi também este acto que possibilitou o nascimento de dois países Lusófonos hoje existentes – Angola e Moçambique.

A não ter sucedido este acto de cobardia, com um rei Carlos a iniciar o seu reinado, e não só Portugal ainda seria provavelmente monárquico, como, a existir algo, seria um país imenso cobrindo todo a Região do Mapa Cor de Rosa.

Dando talvez bem mais lógica as fronteiras que hoje se mostram inadequadas…

Só que os “direitos históricos” já não nos darão esta espantosa oportunidade acima referida de, por via dos mesmos, ganharmos sequer a taça do Mundial…

No entanto, a verdade é que o tecido económico e social português foi Imperial, ainda, até 1974/5.

O circuito de bens e mercadorias e de serviços, assim como o de Pessoas, era Imperial, o que dava à economia portuguesa,( apesar das limitações dramáticas que o Estado, salazarista, impunha à economia e à sociedade), uma estabilidade significativa pois a falta de inovação tecnológica, e de qualificação das Pessoas, era superada pela magnitude de um mercado suficientemente fechado.

De facto, a Direita portuguesa ainda se gere, (mas também uma parte da Esquerda), melhor ainda se pensa, como se vivesse Portugal neste Império imenso.

Ora, a CPLP não cria esse Mercado fechado, ainda que crie um Mercado onde alguns produtos de raiz portuguesa são preferencialmente recebidos…

De qualquer forma, tal potencial é insuficiente, em especial porque se mantêm as fragilidades quanto à inovação tecnológica e à qualificação das Pessoas, em Portugal e na restante CPLP.

Ao que acresce o carácter reduzido do Mercado português.

Acusa-se este governo de andar á deriva, (disse-o, ainda ontem, o economista que não paga almoços nem aos filhos, apesar de se dizer católico…), esquecendo-se que nunca se foi tão veemente na busca da inovação e da qualificação escolar e profissional em Portugal, como hoje.

Pelo que se está, sem dúvida, com este governo, a atacar o centro da ferida da economia portuguesa, mesmo que, afirmo-o, de forma ainda insuficiente, tendo em conta a “oportunidade”, (infeliz mas oportunidade), que é potenciar este período de elevado Desemprego, para qualificar as Pessoas sem qualificação, o que, se tem acontecido, como nunca aconteceu, era exigível que acontecesse ainda mais.

Infelizmente, os “intelectuais” portugueses, de Direita ou de alguma Esquerda, continuam a entender que, qualificação a sério só se em “escolinha a sério”, (de preferência publica), pelo que se continua a desvalorizar todo o trabalho realizado, (e a procurar desinvestir em…), pelas Escolas Profissionais e pelas entidades acreditadas de formação profissional.

Desvalorizando por tal as medidas deste Governo e o QREN.

Como se está, sem dúvida, a desvalorizar todo o trabalho feito por este Governo de incentivo à Internacionalização, em especial no seio da CPLP, mas também para além dela.

Como se procura anular tudo o que foi feito no contexto da Reforma do e no Estado, nos seus múltiplos serviços, por este Governo.

Ou, ainda, como se procura fazer esquecer toda a cuidadosa estratégia de redução da dívida de forma sustentada e sem pôr em causa o investimento do Estado na dinamização da economia, e no apoio à dinâmica social, ( que não quer dizer na aquisição de mais e mais “nacionalizações”), com ridículas acusações de despesismo.

Que, sem dúvidas, começa a dar resultados.

A pontos de Paulo Portas, o intuitivo leader da Direita ter começado a exigir, como se viu, a queda de Socrates, não para retirar o PS do Governo mas para se instalar um governo de salvação nacional.

Medo de Paulo Portas perante a realidade de ver uma crise debelada pelo PS, no caso pela 3ª vez, antes de erradicar este partido do Governo?

Parece bem credível esta hipótese.

Porque o adequado seria Paulo Portas ter tido a coragem política de defender um governo de salvação nacional, ponto final, sem tentar imiscuir-se nos outros partidos políticos e nas lideranças dos outros partidos políticos.

Se o tivesse feito teria Paulo Portas tido o meu apoio.

Defendo, e não sou o único, desde pelo menos Agosto de 2009, a necessidade de um governo de salvação nacional.

Onde o PCP e o BE também deveriam, claro, estar.

E não somente o PS, op PSD e o CDS.

Só que, ao que parece, ou se teme governar em crise deixando esse ónus para os que não temem, o PS e Socrates. Ou se pretende aceitando a tese, fazer com que o PS parta fragilizado para essa solução.

Em ambas as posições estamos perante posicionamentos por demais temerosos que o eleitorado penalizará a tempo.
publicado por JoffreJustino às 14:53
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Entre o Futebol, o Governo e a Crise…

‎"Thanks Spain for getting the
World Cup for Portugal. It turns
out that according to the Tordesilhas
Treaty signed in 1494, everything
conquered by Spain east of 46 degree
meridian, is indeed property of Portugal.
So, could you please fedex the Cup now
to Portugal?"


Tradução de Inglês para Português


"Grato à Espanha por conseguir a Taça do Mundo para
Portugal. Acontece que, segundo a Assinatura do Tratado
de Tordesilhas, em 1494, tudo o conquistado pela Espanha
a leste do meridiano 46 graus, é de facto de propriedade de
Portugal. Então, poderiam, Por favor, enviar o fedex Cup agora
para Portugal? "
In, email recebido através da amiga Nucha, em texto mais aportuguesado


Seria útil, para todos os Lusófonos, que a Taça do Mundo se resolvesse de forma tão simples…agarrando-nos a um “direito histórico”, que protegeu o Império Português até ao século XIX, isto é, até que, com as Invasões Francesas, se tornasse evidente que este Império dava os últimos estertores…achou-se assim na altura, inclusive em Portugal, ainda que, como sabemos, cedo demais.

Viu-se o resultado dessa frágil atitude, com a reacção da Monarquia Liberal ao Ultimatum, britânico, em 1890, com a entrega, sem qualquer Resistência, do Mapa Côr de Rosa à grande potencia de então, o Reino Unido.

Foi este acto de inequívoca cobardia, a total cedência face ao Ultimatum, que fragilizou de vez a monarquia e deu o fôlego suficiente aos Republicanos para que, em 20 anos, estes pudessem assumir o Poder e mudar o Regime.

No entanto, foi também este acto que possibilitou o nascimento de dois países Lusófonos hoje existentes – Angola e Moçambique.

A não ter sucedido este acto de cobardia, com um rei Carlos a iniciar o seu reinado, e não só Portugal ainda seria provavelmente monárquico, como, a existir algo, seria um país imenso cobrindo todo a Região do Mapa Cor de Rosa.

Dando talvez bem mais lógica as fronteiras que hoje se mostram inadequadas…

Só que os “direitos históricos” já não nos darão esta espantosa oportunidade acima referida de, por via dos mesmos, ganharmos sequer a taça do Mundial…

No entanto, a verdade é que o tecido económico e social português foi Imperial, ainda, até 1974/5.

O circuito de bens e mercadorias e de serviços, assim como o de Pessoas, era Imperial, o que dava à economia portuguesa,( apesar das limitações dramáticas que o Estado, salazarista, impunha à economia e à sociedade), uma estabilidade significativa pois a falta de inovação tecnológica, e de qualificação das Pessoas, era superada pela magnitude de um mercado suficientemente fechado.

De facto, a Direita portuguesa ainda se gere, (mas também uma parte da Esquerda), melhor ainda se pensa, como se vivesse Portugal neste Império imenso.

Ora, a CPLP não cria esse Mercado fechado, ainda que crie um Mercado onde alguns produtos de raiz portuguesa são preferencialmente recebidos…

De qualquer forma, tal potencial é insuficiente, em especial porque se mantêm as fragilidades quanto à inovação tecnológica e à qualificação das Pessoas, em Portugal e na restante CPLP.

Ao que acresce o carácter reduzido do Mercado português.

Acusa-se este governo de andar á deriva, (disse-o, ainda ontem, o economista que não paga almoços nem aos filhos, apesar de se dizer católico…), esquecendo-se que nunca se foi tão veemente na busca da inovação e da qualificação escolar e profissional em Portugal, como hoje.

Pelo que se está, sem dúvida, com este governo, a atacar o centro da ferida da economia portuguesa, mesmo que, afirmo-o, de forma ainda insuficiente, tendo em conta a “oportunidade”, (infeliz mas oportunidade), que é potenciar este período de elevado Desemprego, para qualificar as Pessoas sem qualificação, o que, se tem acontecido, como nunca aconteceu, era exigível que acontecesse ainda mais.

Infelizmente, os “intelectuais” portugueses, de Direita ou de alguma Esquerda, continuam a entender que, qualificação a sério só se em “escolinha a sério”, (de preferência publica), pelo que se continua a desvalorizar todo o trabalho realizado, (e a procurar desinvestir em…), pelas Escolas Profissionais e pelas entidades acreditadas de formação profissional.

Desvalorizando por tal as medidas deste Governo e o QREN.

Como se está, sem dúvida, a desvalorizar todo o trabalho feito por este Governo de incentivo à Internacionalização, em especial no seio da CPLP, mas também para além dela.

Como se procura anular tudo o que foi feito no contexto da Reforma do e no Estado, nos seus múltiplos serviços, por este Governo.

Ou, ainda, como se procura fazer esquecer toda a cuidadosa estratégia de redução da dívida de forma sustentada e sem pôr em causa o investimento do Estado na dinamização da economia, e no apoio à dinâmica social, ( que não quer dizer na aquisição de mais e mais “nacionalizações”), com ridículas acusações de despesismo.

Que, sem dúvidas, começa a dar resultados.

A pontos de Paulo Portas, o intuitivo leader da Direita ter começado a exigir, como se viu, a queda de Socrates, não para retirar o PS do Governo mas para se instalar um governo de salvação nacional.

Medo de Paulo Portas perante a realidade de ver uma crise debelada pelo PS, no caso pela 3ª vez, antes de erradicar este partido do Governo?

Parece bem credível esta hipótese.

Porque o adequado seria Paulo Portas ter tido a coragem política de defender um governo de salvação nacional, ponto final, sem tentar imiscuir-se nos outros partidos políticos e nas lideranças dos outros partidos políticos.

Se o tivesse feito teria Paulo Portas tido o meu apoio.

Defendo, e não sou o único, desde pelo menos Agosto de 2009, a necessidade de um governo de salvação nacional.

Onde o PCP e o BE também deveriam, claro, estar.

E não somente o PS, op PSD e o CDS.

Só que, ao que parece, ou se teme governar em crise deixando esse ónus para os que não temem, o PS e Socrates. Ou se pretende aceitando a tese, fazer com que o PS parta fragilizado para essa solução.

Em ambas as posições estamos perante posicionamentos por demais temerosos que o eleitorado penalizará a tempo.
publicado por JoffreJustino às 14:51
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

Vários Pedidos de Desculpas a Socrates e ao PS que Nunca Chegarão….(Quem, a final, é que saiu Pinóquio desta situação? A Comunicação Social e o Reino Unido/Serious Fraud Office)

Vários Pedidos de Desculpas a Socrates e ao PS que Nunca Chegarão….
(Quem, a final, é que saiu Pinóquio desta situação? A Comunicação Social e o Reino Unido/Serious Fraud Office)


Errar é humano.

Errar sistematicamente pode ser humano e prova da necessidade de uma requalificação, como pode ser um simples acto de maldade.

Agora verifica-se, no caso FREEPORT que a Mentira não teve pernas para se aguentar, que o eng. Socrates nada tem a ver com a situação do caso FREEPORT, nem o PS também.

No caso FREEPORT temos, estou certo disso, a prova de como houve mais que maldade, com o objectivo de fazer com que o eng. Socrates, secretário geral do PS e Primeiro Ministro e o PS perdessem as eleições de 2009 – as Europeias, onde o objectivo foi razoavelmente atingido e as Legislativas e Autárquicas onde tudo correu mal a quem quis fazer com que o PS perdesse essas eleições.

Porque era claro que estávamos sobretudo perante actos de maldade contra o PS e contra o eng,. Socrates.

Mera Maldade que servia para a sustentação de uma permanente campanha para denegrir o bom nome do eng. Socrates e dos Socialistas.

Mas aceito que uma parte dos jornalistas que alinharam nesta Campanha o possam ter feito de boa fé.

A esses exige-se claro um Pedido de Desculpas.

Ao eng. Socrates antes do mais.

Ao PS e aos Socialistas de seguida.

Por uma questão ética, de respeito, de cidadania.

Claro que alguns jornalistas tudo farão para que se esqueça o caso.

De nada vale imaginarem que conseguirão passar por entre a chuva sem se molharem.

O escândalo é por demais escabroso.

Aliás, basta ver como cada vez mais as e os Cidadãos deixaram de ligar ao que estes Jornalistas dizem e fazem para se entender que é a Comunicação Social que perde com estas atitudes.

Porque cada vez mais vende menos, nas televisões, nas rádios, nos jornais.

E será que ainda não perceberam o porquê?

Porque o descrédito é total.

Mas há mais.

Há uma Embaixada que deve desculpas também.

Antes do mais ai país, Portugal.

A seguir ao eng. Socrates, primeiro ministro eleito.

Finalmente ao PS o partido politico mais votado nas últimas eleições.

E a embaixada é a do Reino Unido.

A Campanha saiu de lá e o tal Serious Frausd Office mostro que de Serious tem pouco e o que tem pouco de Serious terá muito de alimentar Fraudes.

Deveria ser tratado, este assunto, no Parlamento Europeu.

E de lá exigir-se um pedido de desculpas britânico
publicado por JoffreJustino às 10:28
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Vários Pedidos de Desculpas a Socrates e ao PS que Nunca Chegarão….(Quem, a final, é que saiu Pinóquio desta situação? A Comunicação Social e o Reino Unido/Serious Fraud Office)

Errar é humano.

Errar sistematicamente pode ser humano e prova da necessidade de uma requalificação, como pode ser um simples acto de maldade.

Agora verifica-se, no caso FREEPORT que a Mentira não teve pernas para se aguentar, que o eng. Socrates nada tem a ver com a situação do caso FREEPORT, nem o PS também.

No caso FREEPORT temos, estou certo disso, a prova de como houve mais que maldade, com o objectivo de fazer com que o eng. Socrates, secretário geral do PS e Primeiro Ministro e o PS perdessem as eleições de 2009 – as Europeias, onde o objectivo foi razoavelmente atingido e as Legislativas e Autárquicas onde tudo correu mal a quem quis fazer com que o PS perdesse essas eleições.

Porque era claro que estávamos sobretudo perante actos de maldade contra o PS e contra o eng,. Socrates.

Mera Maldade que servia para a sustentação de uma permanente campanha para denegrir o bom nome do eng. Socrates e dos Socialistas.

Mas aceito que uma parte dos jornalistas que alinharam nesta Campanha o possam ter feito de boa fé.

A esses exige-se claro um Pedido de Desculpas.

Ao eng. Socrates antes do mais.

Ao PS e aos Socialistas de seguida.

Por uma questão ética, de respeito, de cidadania.

Claro que alguns jornalistas tudo farão para que se esqueça o caso.

De nada vale imaginarem que conseguirão passar por entre a chuva sem se molharem.

O escândalo é por demais escabroso.

Aliás, basta ver como cada vez mais as e os Cidadãos deixaram de ligar ao que estes Jornalistas dizem e fazem para se entender que é a Comunicação Social que perde com estas atitudes.

Porque cada vez mais vende menos, nas televisões, nas rádios, nos jornais.

E será que ainda não perceberam o porquê?

Porque o descrédito é total.

Mas há mais.

Há uma Embaixada que deve desculpas também.

Antes do mais ai país, Portugal.

A seguir ao eng. Socrates, primeiro ministro eleito.

Finalmente ao PS o partido politico mais votado nas últimas eleições.

E a embaixada é a do Reino Unido.

A Campanha saiu de lá e o tal Serious Frausd Office mostro que de Serious tem pouco e o que tem pouco de Serious terá muito de alimentar Fraudes.

Deveria ser tratado, este assunto, no Parlamento Europeu.

E de lá exigir-se um pedido de desculpas britânico
publicado por JoffreJustino às 10:22
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

O Instituto da Democracia Portuguesa, a PT e a Telefonica ( O Espaço de Expressão Portuguesa e Claro o Turismo)

O Instituto da Democracia Portuguesa entende que a PT deve ficar
maioritariamente em mãos nacionais. Nem que para isso se abra uma subscrição
pública. O senhor Primeiro Ministro tem razão quando pretende que não saia da
nossa esfera de influência. Existem opções e formas de todos podemos tirar partido
do esforço nacional que foi apostar no Brasil, quando ninguém nele acreditava!
O Instituto da Democracia Portuguesa defende a manutenção da PT como uma
multinacional de capitais privados mas em que o Estado reforce a sua participação
com capitais públicos, se e quando fôr necessário, em nome do interesse nacional. Se
o país tem dinheiro para que a PARPÚBLICA se endivide a adquirir património
imobiliário ao Estado de duvidoso interesse; se o país se endividou em 2 a 2.5% do
PIB, cerca de 3 mil milhões de euros, para o “fundo de apoio à Grécia”, considera o
Instituto da Democracia Portuguesa que só a manifesta falta de visão estratégica
impediu que endividamentos mais interessantes sejam canalizados para manter a
VIVO e assegurar uma multinacional Portuguesa com boas provas dadas ...
A soberania sempre tem uma expressão económica mas não está escrito em
nenhum manual de economia como a concretizar. Portugal não tem dimensão para
aguentar um choque prolongado com Espanha e as debilidades da TELEFÓNICA
permitem que possamos seleccionar os dossiers a ser discutidos com vantagem
mútua de ambos os Países. O que não adianta é combater sem estratégias
alternativas. E passado este Verão caso da TELECOM ameaça repetir-se, com a GALP
e depois com a EDP.
8. FINALMENTE
Finalmente, o Instituto da Democracia Portuguesa observa, com preocupação, as
declarações inócuas de dirigentes políticos, e de eurodeputados nossos, de vários
quadrantes, sobre que a UE não vai aceitar a decisão do estado português de usar a
“golden share” na PT. A "coerência" invocada por alguns é argumento que serve
quem coloca os interesses de mercado à frente do interesse nacional. Melhor esteve a
Oposição que aguarda, no silêncio, o desenlace desta actuação do primeiro-ministro
de Portugal.
In, Comunicado do Instituto da Democracia Portuguesa, Um Plano B para o caso PT


Sou Republicano e estou a saudar um Instituto Monárquico.

De facto, sou da opinião que a ideia de um capitalismo popular, conceito conservador lançado pela ultra conservadora Tatcher, se existir realmente, se, para além do conceito de transformar as Poupanças dos Cidadãos em meios de investimento, sem mais, incluir a implementação efectiva do conceito da Responsabilidade Social, com a participação efectiva, na gestão das empresas, em moldes diversos, mas participação efectiva, dos accionistas, dos trabalhadoras, dos fornecedores e dos Clientes, é um enorme passo em frente na Democratização das Comunidades.

Por isso achei que seria essencial divulgar, mais ainda, o texto que se encontra disponível em http://www.democraciaportuguesa.org/ , pois incentiva a criação de uma campanha em Portugal em prol do reforço do país na sua internacionalização, com uma alargada participação das cidadãs e dos cidadãos.

Apesar de Republicano e apesar do Instituto da Democracia Portuguesa ser um Instituto Monárquico.

Porque se concordo com Campanhas como “Um Bandeira portuguesa nas janelas para apoiar a equipa de futebol portuguesa”, sendo eu lusoangolano, mais concordo com a necessidade de proteger o Espaço Económico, Social, Cultural, Político, de Expressão Portuguesa.

E, sendo Socialista, mais concordo com a participação, efectiva, das Cidadãs e dos Cidadãos, na economia, nas empresas, nas Organizações do tecido económico.

Defendo, há muito, que não é possível sustentar uma Democracia real sem que esta se alargue do campo político ao campo económico, social e cultural.

Mas se alargue efectivamente e não com mais e mais presença do Estado na Economia, gerando, “empresários públicos”, que, como temos visto, pelos seus resultados efectivos, de empresários nada têm. E alargar-se efectivamente é gerar uma participação accionista nas empresas, gerar, uma participação mas minorias accionistas na gestão das empresas, e gerar uma participação efectiva nas empresas, de trabalhadores, de accionistas, de consumidores e de fornecedores.

A Telefonica é uma empresa transnacional hispânica, serve os interesses hispânicos, e o reforço da participação hispânica na CPLP.

Todos sabemos que a economia em geral os bloqueamentos à entrada das empresas portuguesas no mercado espanhol é mais que muito, é mesmo ofensivo.

Pensam-se, os espanhóis, uma potência e olham para nós com o desespero da história popular, “estão verdes”, colónia que fomos e deixámos de ser.

Não há na minha tese qualquer intuito nacionalista.

Saudei por n vezes a presença de capitais Angolanos e Brasileiros em empresas portugueses e vice versa, como saudei a presença de outros capitais, desde que assumindo Regra e Valores.

Nem a Espanha é uma nação, pelo contrário, nem o Espaço de Expressão é uma Nação, bem pelo contrário.

Somos duas Comunidades construídas com História, com Diversidade.

Na União Europeia há quem olhe para nós com o desprezo típico do neo burguesismo do tempo da Revolução Industrial, período em que nasceram, enquanto nações e enquanto Estados.

O Espaço de Expressão Portuguesa tem cinco séculos no seu processo de construção e oito séculos desde que se insurgiu contra o imperador castelhano, apoiado pelos Templários.

Pode e deve superar estes traumas ainda existentes de um nacionalismo serôdio sem se deixar cair num internacionalismo balofo gestor das migalhas que nos caiam no prato vindo da mesa farta dos “grandes” da União Europeia, que, passo a passo, vão retirando a Língua Portuguesa dos textos da União Europeia, como primeiro passo para anular este Espaço que somos

Por isso, todas as medidas de reforço do papel económico do Espaço de Expressão Portuguesa, são positivas e a posição do primeiro ministro Socrates, do PS,

A Espanha teve 3 anos para solucionar as golden share na Telefonica, (curioso), na Repsol, etc…Portugal argumenta e bem que em Portugal o que existe é um acordo accionista que reforça a posição do Estado com a aquiescência dos restantes accionistas.

Dir-se-á, um preciosismo.

Mas na verdade não o é, pois a União Europeia, e nas suas instituições a Comissão Europeia, tinha conhecimento desta posição accionista do Estado na PT e não interveio até agora, pelo que não pode, eticamente, intervir, (pois é também uma intervenção estatista, ou não é a União Europeia um Estado que ainda por cima beneficia uma das partes em um conflito?).

Se o fizer qual Mercado quer a União Europeia?

O Mercado das Grandes Potências, contra os pequenos países?

Dos Grandes Impérios contra os pequenos Impérios?

Saúdo pois este combate deste governo, que encontra eco nos restantes partidos políticos e deixa incomodados os que, na oposição, se centram á volta dos interesses hispânicos em nome de nada.

Pois a liberdade de mercado nada é se não houver regra e a regra não pode ser beneficiar o infractor.

Ora a Telefonica foi o infractor.

Aliás, como já o acentuei, os hispânicos têm esta tendência arrogante para pensarem que além deles existe só o dilúvio.

Daí o caso Marsans, no qual ainda não se ouviu posição que seja da União Europeia.

E, no entanto, trata-se de um caso bem mais grave, para o Mercado, que o caso PT/Telefonica.

É um sector inteiro, determinante em bastantes países da União Europeia e não só em Portugal que fica de cara manchada com esta imoral e ilegal “falência” da Marsans e, nessa matéria, o PSD tem razão para chamar o presidente do Turismo de Portugal ao Parlamento.

Como temos, todos, o dever de chamar à pedra o Comissário Europeu responsável pelo Turismo se mantiver este silêncio em que se encontra, como se de nada se tratasse.

O Turismo, como já o disse e escrevi, é por demais sensível para que possa ser gerido com silêncios.

Sobretudo quando há tanto ruído por nada como são umas acções com direitos especiais conhecidas há anos por todo o Mercado!
publicado por JoffreJustino às 12:11
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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

EUSÉBIO Versus Ronaldo

Um professor de Música da escola básica Mem Ramires,
em Santarém, foi ontem condenado a pagar uma multa
de mil euros pela prática de um crime de injúrias. Em
causa está o facto de o docente ter usado a expressão
"entra lá, ó preto", quando um aluno de 12 anos pediu
autorização para entrar na sala de aula.
In PUBLICO de 22.05.2010

Todos sabemos que existem muitos, mais que muitos, sinais de xenofobia, na vivência portuguesa, apesar de cinco séculos de relacionamento multirracial resultante da Expansão Portuguesa.

Sabemos também que estes sinais sempre existiram, (apesar de um Primeiro Ministro, Marquês de Pombal, mestiço, por exemplo), e que uma das razões do fracasso do Império português esteve na impossibilidade de evolução, por mero racismo, das relações Portugal/ex Colónias ao tempo de Salazar e Caetano.

Apesar do Eusébio.

Que hoje trago á liça porque, não sendo benfiquista, me recordo bem da raiva sentida, não poucas vezes, nas suas lágrimas, aquando das derrotas internacionais, quando representava Portugal.

E trago hoje à liça porque já ontem relevei este Cidadão, português e moçambicano, moçambicano e português e que foi, não poucas vezes as delícias internacionais de todo o espaço imperial português, dada a forma com que jogava, com entrega, com vigor, com amor.

Tem Portugal hoje, várias medalhas que deve a cidadãos e cidadãs, portugueses, mas de origem múltipla do espaço da CPLP.

Alguns, Negros como Francis Obikwelo, que até é nigeriano de origem ou também Nelson Évora.

Já ouvi, até, dizerem-me que o problema da selecção portuguesa reside no nº exagerado de “brasileiros” nela existente.

Pois.

Mas é tempo de perceber o que dizer a Ronaldo e a Sabrosa que, visivelmente, não queimaram uma canela pela sua selecção, apesar de, e uso propositadamente o termo – “branquelas”, (tal qual eu sou).

Vi os tais “brasileiros” a esforçarem-se, a queimarem as canelas, mas não vi tal em Sabrosa nem em Ronaldo.

Por mim, bem mais português, do império antigo sem dúvida, mas português de choro de raiva é bem mais Eusébio, ou Obikwelo, que Ronaldo, ou Sabrosa.

Por isso e porque um amigo meu, negro também, português e moçambicano, moçambicano e português também, me disse que deveria escrever sobre este caso deste professor, diz-se que de “música”, que pensa que pode educar os/as Jovens, com frases como “entra lá ó peto”.

E se demorei foi porque o tema merecia ser tratado em momento quente, como este, de derrota da selecção portuguesa.

Porque não estava lá o choro de raiva, portuguesa e moçambicana, moçambicana e portuguesa, do Eusébio, o suor de Obikwelo, ou de Nelson Évora.

Somos assim, nós os filhos do Império e que não nos envergonhamos de dizer “vai tu”, a este professor de música que se fica com uma multa de “mil euros”.~

Podendo continuar a leccionar, sem mais, mesmo quando se sabe, ao que parece, que, aos outros alunos, não negros, também não se ensaia” nada em chamá-los de “cães” ou de “palhaços”.

Podendo continuar a leccionar?

E o Sindicato de Professores nada faz? O Ministério da Educação nada faz?

Nem orientá-lo para terapia psicológica?

Que claramente necessita?

Porque, de facto, se este professor está a mais, (ou o Ronaldo), visivelmente, não o estão nem o Obikwelo, ou o Nelson Évora, ou os “brasileiros”.

E, para além de Portugal, deste Portugal mestiço de séculos, para que reflictam sobre as dificuldades em haver o reencontro em África, na certeza de que ele terá de acontecer, para que não hajam genocídios dramáticos, vejam o vídeo abaixo, enviado pelo meu amigo Simão Cacete, angolano vivendo em Portugal.

Ele passa-se na República Democrática do Congo, pois ainda há quem alimente e lute por uma outra África, um outro Mundo, um Planeta sem discriminações, explorações desenfreadas, onde a Liberdade de Circulação seja a regra de ouro, com naturalidade e sem passaportes, como diria HGWells

http://www.dailymotion.com:80/pollux91/video/x7j7oh_orchestre-symphoni=ue-de-kinshasa_music
publicado por JoffreJustino às 13:10
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