Segunda-feira, 21 de Agosto de 2006

O “CASO” PINTO DE SÁ

Os meus amigos sabem que alimento um blog, como sucede com muitos outros, e que, lá, vou mantendo diálogos, debates e sustentando reflexões sobre variadas matérias, sendo assim, enfim, que vou comunicando com eles neste habito de escrita que tenho há já longo tempo.

Curiosamente, o livro de Pinto de Sá, “Conquistadores de Almas”, não me levou, (nem pelo título…), a introduzir no meu blog, até ao momento da escrita deste texto, qualquer reflexão sobre um passado que também é meu. Curiosamente ainda porque o Pinto de Sá me cita expressamente, referindo aliás o meu mais comum nome – Joffre – e de facto este nome é tão incomum que so pode estar, como está, a referir-se a mim, (note-se que todos os outros são citados por nomes banais e não facilmente identificativos da pessoa em causa, o que podia ter feito comigo).

Tirando o facto de ter andado assoberbado de trabalho e, de seguida, em férias, não vi outra razão para este meu silencio, diga-se.

Falei sobre o livro com alguns amigos, com a minha companheira e com os meus filhos, de forma divertida, porque o referido livro, ajuste de contas que é, merece, sobretudo, algum diálogo divertido.

José Manuel Fernandes, ao que parece, levou o livro um pouco mais a sério e tal facto levou-me a pensar que, na verdade, e por uma questão geracional, valia a pena dar mais atenção ao mesmo e escrever algo sobre ele.

Convém dizer que o Pinto de Sá se não me era totalmente estranho antes de o conhecer na prisão, (porque quando ele entrou na minha cela com os seus dois companheiros me recordo que desde o inicio o reconheci como associativo do Técnico), era-o praticamente, pois pouco lidei com os associativos do Técnico afora os “Pop’s”, ( os da tendência do Ensino Popular).

Na verdade, ao que parece, não teremos simpatizado muito um com o outro durante a sua estadia na cela onde eu estava, pois o Pinto de Sá, sinceramente, não me trata nada bem nesta sua obra. O que, diga-se, me espantou, já que não tinha essa ideia, nem dele, nem da forma como ele me descreve.

Mas enfim, tal não foi razão para ficar zangado, ou irritado, e à medida que fui lendo este seu livro a ilação essencial que retirei é que o mesmo resultara, quase certamente, de um conselho de um seu psiquiatra, tão de ajuste de contas ele surge, pouco tendo a ver, portanto, nem com política nem com História.

Ora, ainda por cima, o ajuste de contas insere-se, somente, numa componente dos maoistas, a que veio mais tarde dar origem à UDP.

Assim, mais uma vez, não me pareceu muito importante reflectir sobre esta matéria, pois muito cedo me situei fora dessa componente onde Pinto de Sá se situou, já que em 1974, no quase imediato 25 de Abril, preferi o bom senso do Vilar, do PCP-ml, que os desvarios da UDP, e muito menos os do MRPP.

O resultado não foi brilhante diga-se.

Os meus amigos do antes do 25 de Abril, se me “perdoaram” o ter prestado declarações na sequência dos interrogatórios da PIDE, já não perdoaram esta “traição” ao marxismo leninismo e à revolução proletária, pelo que me deixaram de falar durante vários anos.

Na verdade, o PCP-ml de Vilar, como era então conhecido, cedo assumiu que entre a Democracia Burguesa e o golpismo sovietista era de longe preferível a referida Democracia Burguesa, pelo que lá andei, consciente e satisfeito diga-se, a levar com as bombas do COPCON e com pressões de vária ordem no liceu onde leccionei, o da Amadora, por defender o Governo de Pinheiro de Azevedo e me opor às listas comunistas e udpistas no meu local de trabalho.

Com sucesso, relevo, pois a lista que de facto liderei foi ganhadora, em 1976, em um liceu então conhecido como revolucionário e proletário.

Mas enfim, regressemos a esta obra de ajuste de contas.

Concordo parcelarmente com José Manuel Fernandes.

Ela é uma obra falhada, mas somente se quisermos ver na mesma uma leitura de um passado envolvendo uns bons milhares de pessoas, todos os que andaram entre 1969 e 1974 pelos movimentos associativos estudantis e pelos movimentos esquerdistas de então.

Pinto de Sá, se pretendia tal, falhou completamente o objectivo.

No entanto, a mesma obra tem algum interesse se a situarmos precisamente no contexto do simples ajuste de contas, intimista, no interior de uma parcela desse movimento associativo, pois a mesma permite reflectir sobre o papel do fanatismo na actividade política, (abençoado tempo em que andei com o Eduíno Vilar), e claro, sobre uma parte da componente maoista em Portugal.

Note-se que o ano de 1969 foi um ano de viragem no movimento estudantil. Até lá, as direcções do movimento associativo ou eram comunistas ou não existiam, por proibição da PIDE, por consequência de prisões havidas e, muito mais raramente, depois da crise estudantil de 1960/62, por as associações de estudantes terem sido tomadas pela Direita.

O ano de 1969 conduz à liderança estudantil um conjunto de dirigentes que de jovens católicos se radicalizam, apoiados pelo sucedido em Maio de 68 e pelo que acontecia então por toda a Europa e pelos EUA e Canadá e tanto comunistas quanto maoistas tradicionais se viram e desejaram para acompanhar tanto radicalismo, já não só político mas de forma de estar na vida.

E era evidente que era essa a parte que mais os confundia.

Assim, os CMLP’s, os CCR’s, e os MRPP’s tiveram, enquanto durou esse período, tantas dificuldades quanto os comunistas ou os socialistas de nele conviverem.

Não posso deixar de recordar com algum gozo a afirmação do meu ainda hoje amigo Julio anarca, em 1970, em resposta a Sedas Nunes, em Económicas, “Marx, mas porquê tanto Marx, se ele é um reaccionário?”, frase que deixou este simpático professor completamente atónito e sem palavras para continuar a aula que pretendia dar…

Ou de recordar a coragem do professor Ernâni Lopes que nunca deixou de nos dar aulas na linha que defendia, sem concessões, ainda que com muito debate. Ou a coragem do professor Pereira de Moura, quando nos dava brilhantes aulas sobre a Economia Portuguesa de então.

Na verdade nem José Manuel Fernandes, nem Pinto de Sá viveram estes dias de arromba, de boicote às aulas em Direito, em Medicina, em Letras, em Económicas, liderado não por maoistas mas sim por jovens na verdade simplesmente contestatários de um dia a dia completamente podre e cinzento que eram os dia a dias do Portugal de então.

Mas pronto, o Pinto de Sá teve azar e foi parar ao Técnico e aí aos CCR, (Comités Comunistas Revolucionários), e viveu um ambiente estudantil muito marcado pelos confrontos entre o maoismo tradicional, (pelo Técnico andara Eduíno Vilar por exemplo, antes de se exilar…), e os comunistas, ou os CCR’s, os CMLP’s/O Bolchevista, os PCP-ml’s, (não Vilra…), que desenvolviam, a par do PCP, uma intensa actividade estudantil nesse Instituto.

Como a sua obra o mostra, Pinto de Sá não entendeu nada de nada do que por lá se passava, acabando por andar à sombra deste ou daquele amigo “mais velho” ou “mais sabedor” das questões antiregime, sobretudo, certamente, para se sentir vivo e útil…

E, na verdade, os “mais velhos”, enquanto tal, não o trataram nada bem.

Pelo que as queixas que apresenta no livro, diga-se, são bem justas, tendo-se sentido, por isso, bastante abandonado.

Por outro lado faltou-lhe, visivelmente, a vivência da revolução sexual dos anos de então…

De facto, se quisermos limitar o movimento estudantil ás meras questões políticas pouco há a contar, para além de umas tantas reuniões, umas tantas manifestações, contra a guerra colonial, contra o fascismo, umas tantas pichagens de rua, umas tantas distribuições de panfletos e tarjetas, ou de jornais clandestinos…(bem, também andei por todas essas tarefas…mas felizmente não so).

É curioso como José Manuel Fernandes nada refere sobre algo que isso sim me chocou bastante na leitura do livro do Pinto de Sá – a existência, entre maoistas, de mulheres que andariam pela cama de uns tantos dirigentes estudantis, como função revolucionária…confesso que essa experiência eu não vivi, felizmente, entre as associativas de Económicas…se aconteceu muito sexo por esse tempo, o mesmo nunca foi apresentado, nunca ouvi falar de tal, como um dever para satisfação de uns tantos dirigentes…aliás, bem nos riamos, nos escandalizávamos e duvidávamos, então, quando nos falavam de que tal era habitual entre os comunistas, quando na clandestinidade.

A vivência afectiva era, pelos vistos, bem mais sã e divertida pelos lados por onde andei, Económicas e os CRML, (traduzindo, Comités Revolucionários Marxistas Leninistas), porque bem mais liberta de tais peias e deveres.

Diga-se que se tal acontecesse pelas bandas de Económicas seria certo e sabido que, quem o tentasse, levaria uma tal dose de W. Reich que nunca se esqueceria do sucedido…

Ora, perante tanta confusão na cabeça, cultural, política, afectiva, vivencial, bem relatada diga-se no seu livro, o Pinto de Sá pouco mais poderia dar que em um trânsfuga – do regime colonial fascista para o maoismo, ocasional e deste para a ideologia dominante entre os torturadores, em face do fracasso vivido.

Daí que quando acabei de ler o seu livro, por simples pena, achei que o mesmo não merecia qualquer nota no meu blog.

O Pinto de Sá, achei e acho ainda, foi somente um dos muitos estudantes que foi envolvido na onda da contestação e seguindo-a, se perdeu, porque quem o liderou era, como ele, um, (ou um grupo de…), jovem(ns) ignorante(s) das dificuldades da vivência politica clandestina, impreparado portanto para formar os Pintos de Sá que nasciam todos os dias na contestação e para a contestação a um regime completamente podre.

Tão podre diga-se que, soubemo-lo agora, o próprio Marcelo Caetano, o leader do regime de então, um regime explicitamente “católico”, se assume como tendo sido somente agnóstico e católico por obrigação e espectáculo.

No entanto, é também verdade que o Pinto de Sá nada aprendeu durante a sua prisão em Caxias, ao contrário do sucedido com muitos outros.

Assim, não ficou confuso, (eu fiquei…), quando um dos bastiões do regime, Caxias, cedeu a uma greve da fome de seis dias, de presos políticos note-se, que, ainda que barricados nas suas celas, certamente que em outros tempos mais duros teriam sido eles a ceder, pela força, ao Poder da Cadeia e do Regime, tal como sucedera em tantas outras greves da fome também vividas em Caxias.

Não ficou confuso quando recebemos, (eu fiquei…), o Le Monde Diplomatique que relatava a Declaração de Independência da Guiné Bissau e o director da cadeia depois de uma atenta negociação, (eu vivi-a), aceitou que o Le Monde Diplomatique entrasse nas celas, depois de riscado, linha por linha, o referido artigo…(na verdade, bastava pôr o texto contra o sol para o ler na totalidade).

Eu fiquei, também porque quando pedi a Republica como um dos jornais para ler, (ao meu sexagésimo quarto dia de prisão, e findo o isolamento tive direito a essa benesse…escolher alguns jornais para os ler, pagando-os claro), recebi a seca resposta – aqui não entram jornais comunistas…coitada da República.

Algo mudava, e sentia-se isso também em Caxias.

Não era a “primavera marcelista”, essa já tinha acabado, era algo imperceptível, mas vivenciável com os discos do Zeca e do Sérgio Godinho a que tínhamos acesso durante duas horas por dia, ( que Pinto de Sá refere, mas dando-lhe um ar tão banal que me leva a concluir, também com este exemplo, que ele não entendeu nada do que viveu em Caxias), com os crescentes cuidados dos guardas em não nos incomodarem, (um havia que de aterrorizado que estava, ou confuso por ordens inabituais, quando entrava nas celas, para verificar se não tínhamos cerrado as grades, a atravessava de rabo encostado ás paredes qual cão acossado…).

Azar do Pinto de Sá, pois perdeu a percepção deste 25 de Abril, nos seus mitos e nas suas realidades, como de costume, bem mais feias que os mitos que o envolvem.

Não deixando, por isso, de ser uma bela data e um belo mito.

Tivera vivido alguns anos antes, tivera sido preso alguns anos antes, tivera, atrevo-me a dizer, sido comunista, e nada lhe teria acontecido pois como ele, traidor e bufo, houve muitos mais e desses nada consta na História das prisões do COPCON.

Acontece que ele viveu o que viveu em cima do 25 de Abril e, perante as múltiplas acusações de traição vividas no pós 25 de Abril, entre as forças revolucionárias, lá teve ele de passar pela prisão do COPCON.

História absurda essa diga-se.

História que, claro, nos envergonha a todos e, face a ela, Pinto de Sá tem a necessidade de ajustar contas sobre e em volta da mesma.

Merecia Pinto de Sá ser penalizado, da forma que foi, pelo que fez?

Essa é a grande pergunta que o leva a escrever o que escreveu.

E a essa pergunta José Manuel Fernandes, sendo claro, não o é.

Não, não merecia. Mas não basta dizer não merecia.

Acho que um simples, é pá desculpa lá, é a resposta que Pinto de Sá anda, há muito, à espera de ouvir.

E, claro, que essa resposta ele merece.

Como, como é evidente, todos nós, os que andámos nessas guerras de antanho, merecemos da parte dele a reposta simples, tá, desculpa lá também.

Coisa simples não é?

Na verdade eu vivi algo semelhante nos anos 80, ainda que em situação inversa.

Alguém, não interessa quem, que contou, ou cantou se quiserem, toda a história da vida, dele e dos outros, à PIDE, veio ter comigo, e numa noite inteira de passeio à chuva, relatámos tudo o vivido na cadeia para terminarmos com este simples é pá desculpa lá e um ok desculpa lá também.

Foram precisos anos para que acontecesse esse pedido de desculpas e foi preciso que ele viesse ter comigo note-se. Mas aconteceu.

Eu e ele ficámos bem mais calmos depois de o termos feito, de nos termos desculpado um ao outro.

Bem, pelo menos nenhum de nós escreveu um livro.

Mau para as editoras?

Talvez….


Mas confesso que não consigo alinhar nessa tese que anda agora na moda, e que José Manuel Fernandes parece subscrever, do quão malfeitores fomos também, por termos sido maoistas.

Havia, na altura, alternativa? Eu nunca a vi nem dentro nem fora do Movimento Estudantil.

É certo que algum maoismo virou fanático, insuportável, mas, diga-se, em Portugal completamente naif.

Recordo que não foram os maoistas que viraram, em Portugal, terroristas.

Sobre essa matéria vale mais a pena falar com a Isabel do Carmo e o Carlos Antunes, ou com o pessoal da extrema direita portuguesa.

Ora confundir os maoismos do espaço de expressão portuguesa com essas loucras ou as loucuras cambodjanas é, no mínimo, ridículo.

Tivemos o nosso papel, com coisas boas e más, (confesso que acho que bem mais boas que más…), e o palco da vida agora está mais ocupado que outros que não nós.

Ainda bem, pois há novas gerações a entrar nesse palco e não cabemos todos lá.

O próprio Pinto de Sá sabe disso.

Enfim, valia bem mais a pena relatarmos um pouco do vivido sem estas secas dos pedidos de desculpa e dos complexos de culpa.

Quando o faremos?



Joffre Justino
publicado por JoffreJustino às 11:56
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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2006

Cabinda, Um Acordo Feito na base do Cansaço,

Cabinda, politicamente, nasceu do Tratado de Simulambuku, o Tratado que por ter existido permitiu uma posição reforçada de Portugal na Conferência de Berlim e o aparecimento do que hoje é a República de Angola.

Esta nortenha província foi, certamente também pelo acima referido, uma das meninas dos olhos do MPLA de Agostinho Neto e foi nos seus 7.300 quilómetros quadrados situado entre os dois Congos, o de Brazzaville e o de Kinshasa, invenções da Conferência de Berlim, que nasceu a 1ª Frente Militar do MPLA, múltiplas vezes citada na História Oficial deste partido Angolano.

Na sequência da derrota militar do Reino Congo face a Portugal, e do seu sequente colapso, no século XVIII, os sobados locais, dependentes do Reino do Congo até então, N’Goyo, Kacongo e Loango, com quem Portugal assinou, em 1883 e 1885, os tratados de Chinfuma, Chicamba e Simulambuku, ganharam larga autonomia, sem no entanto assumirem qualquer lógica de Reino Autónomo, antes assumindo a sua aceitação de parte Portuguesa, em contexto de autonomia, mantido cosntitucionalmente até à revisão constitucional portuguesa de 1956.

Na década de 60, em cima do iniciar da Guerra Colonial, o petróleo transformou-se na alavanca da modernização de Cabinda, havendo por tal, na governação de Marcelo Caetano, inclusivamente, um secretário de estado provincial Cabindês, pois as grandes famílias Cabindas dividiam-se então entre a defesa da Independência de Cabinda, com a FLEC, que na época quase não existia diga-se e a defesa da sua integração em Portugal.

Curiosamente, com a vitória do MPLA e a assunção do Poder em Angola deste partido, em 1975, à época pró soviético, nunca deixou Cabinda, isto é Angola, de se relacionar, no que ao petróleo diz respeito, com os EUA, sendo que o mesmo foi até protegido por tropas cubanas, contra a guerrilha da UNITA.

Por entre uma vida assaz atribulada, desde então, e prenha de cisões fusões e novas cisões, as múltiplas FLEC’s acabaram há cerca de 2 anos por criar as entre as FLEC/Forças Armadas de Cabinda, de N’Zita Tiago, e a FLEC Renovada, de António Bento Bembe, um vazio processo unificador, sendo que em 2004, após difíceis negociações, N’Zita Tiago assumiu a presidência e Bento Bembe assumiu o cargo de secretário-geral de mais esta FLEC, sendo que este ultimo ficou também como coordenador do Fórum Cabindês para o Diálogo (FCD), onde se juntaram a FLEC dita (re)reunificada e a associação cívica Mpalabanda, assim como membros das igrejas, predominantemente da católica, entretanto também já dividida quanto à sua posição em relação a Cabinda, como se sabe.

Entretanto também, problemas pessoais de Bento Bembe geraram uma situação que conduziu a um complexo processo de prisões e extradições deste leader e, no entretanto, a um acordo de Entendimento que nem José Eduardo dos Santos tomou como muito sério, nem se dando por isso ao trabalho de abandonar as suas férias para acompanhar in locco essa assinatura.

Na verdade tudo continua na mesma em Cabinda, pois ninguém dá muita fé a este Acordo de Entendimento Cabinda/Angola.

Assim, dentro em breve veremos como decorrerá mais esta fase desta complexa região Angolana.

Joffre Justino
publicado por JoffreJustino às 12:42
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