Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Nós Vamos Vencer A Crise!

http://letraseconteudos.blogspot.com/2011/05/declaracoes-de-jose-socrates-sobre-o.html Portugal necessita de acabar com este estado de espírito, alimentado por egoísmos de seita, negativistas, que o incapacita de, activa e colectivamente, Vencer a Crise. Andou, vimo-lo todos, o país, a angustiar-se com noticias inacreditáveis, dolorosas, que estavam a gerar um estado de espírito especialmente derrotista, de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Ou era a Finlândia que recusaria apoiar Portugal, ou eram as pensões que não ultrapassariam os 600 euros, enfim de tudo a comunicação social utilizou, mais uma vez, para destruir a capacidade negocial deste governo liderado por Sócrates. Numa altura em que o que estava em jogo éramos todos nós! Se os jornalistas fossem a votos, eu acredito-o veementemente, e por culpa de alguns deles, estariam, nas sondagens, ao nível dos 0%, largamente abaixo do PCTP/MRPP, que os mesmos querem recusar nos debates políticos nas televisões nesta campanha eleitoral, (apesar de viverem largamente dos nossos impostos). E urge que comecemos a dizer que a comunicação social tem definitivamente que mudar! Vejam, a título de exemplo, um editorial, (não assinado claro! São sempre todos muito clandestinos…), do Publico de hoje, jornal nas mãos dos mais neo liberais do PSD, onde se titula que “afinal, José Socrates estava errado”, pois o chumbo do PEC IV não fora “o fim do mundo”… Espantoso não? Um mesmo jornal que noticiou, todos os dias, os aumentos dos juros sobre a divida publica desde a recusa, na AR, do PEC IV, sente-se capaz, (incapaz que é de reconhecer que houve uma brilhante negociação com a troika e o FMI), de insultar os leitores com um texto deste calibre, mais uma vez destrutivo. Trata-se de um editorial partidário, trata-se de um editorial do jornal do PSD, colado nas páginas de um jornal que se diz apartidário para nos enganar, a nós leitores! Vergonha, vergonha sem fim para esta comunicação social, mentirosa, abusadora, incongruente e negativista. Mais ainda, claramente sem pátria! Daí que sobreviva, esta comunicação social, de lobbies, de ajustes de contas “entre grandes”, e claro dos nossos impostos, (22% dos anúncios de hoje são estatais!) e esteja já desistente de viver dos leitores! O Acordo está no endereço acima numa página do deputado socialista de Viseu, Acácio Pinto, e merece que re ouçamos a intervenção do primeiro ministro José Sócrates, o verdadeiro vencedor contra esta espúria aliança dos CDS, PSD, PCP, BE que nos conduziu inutilmente a este agravar da Crise. Que agora, com este Acordo, pode começar a ser ultrapassada! Haja bom senso, haja solidariedade interna ao país, haja respeito pelo pensar uns dos outros e não esta triste e infeliz manipulação, que ora vivemos quase todos os dias. O país, todos nós, nacionais ou residentes, vai viver tempos bem difíceis, e em especial os altamente carenciados, os desempregados, não ou pouco qualificados que em Portugal existem. Seria de todo vantajoso que, mesmo que com diferenças que distinguem, os partidos políticos assumissem em conjunto uma posição de salvaguarda dos interesses de Portugal neste Planeta globalizado, onde Pequim exporta, com base em custos de miséria, em salários de fome, para Lisboa, autentico lixo, de baixíssima durabilidade e qualidade, o que desvirtua as regras da sã concorrência, em especial para o país medianamente pobre, como Portugal. Há que assumir atitudes não xenófobas, mas transparentes, de recusa deste lixo e de defesa da melhoria salarial na República Popular da China que se quer apresentar como a 2ª ou 3ª potencia mundial. O silencio perante estas matérias, a desculpabilização inclusive que existe quanto á forma como esta liderança de ¼ da população mundial se quer impor aos restantes ¾ tornou-se insuportável. Tão insuportável como o silencio quanto aos comportamentos de desvirtuar da economia de mercado das Agências de Notação, estas entidades que sem regra classificam organizações e Estados, como se pode classificar o serviço de uma casa de alterne. Onde, aliás elas ficariam melhor. Como sabem, tenho dinamizado uma Campanha pela Regulamentação das Agencias de Notação, em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501 , que conta já com 1729 assinaturas, mas que mostra também o quão pouco eficazes somos na defesa dos nossos interesses, nesta globalizada economia! Por ora, há que assumir, o Governo e José Sócrates mostram-se bem mais eficazes que a Cidadania, apresentando-nos os resultados de uma Negociação positiva, onde inclusivamente se conseguiu dilatar os prazos do ritmo de redução do deficit agora que se lidava com um timing superior na obtenção de resultados, por consequência também da alteração de critérios estatísticos impostos de fora. Eis porque, dada esta falta de Cidadania, relevo, neste momento, a importância de dois aspectos que são determinantes para uma visão socialista moderna da Economia e da Sociedade – o papel da Economia Social que não pode continuar a ser entregue instrumento na mão de uma das Igrejas, devendo passar para as mãos de todas e todos os Cidadãos que queiram agir na Economia Social, e o papel fundamental da Qualificação Escolar e Profissional das e dos Cidadãos, Empresários e Trabalhadores, que não pode servir somente para equilibrar os custo do IEFP/Centros de Formação, instituição relevante sem duvida e merecedora de todo o respeito, mas que não pode monopolizar a Qualificação Escolar e Profissional em Portugal! Mas ainda correrá muita água por baixo das pontes do Tejo, até que terminemos este diálogo sobre este acordo troika/FMI/ Governo/Estado Português.
publicado por JoffreJustino às 15:05
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