Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

Uma Hortinha Urbana Com Couvinhas de Seda…Destruída Pela Burocracia! Façamos Agora e Até Amanhã Uma Votação, A Pedido De Alguns, Jantar Pela Regulamentação Internacional das Agencias de Notação a5 de Janeiro, A 6 de Janeiro, Ou a 7 de Janeiro

Eu, (tal qual Francisco Anacleto Louçã), ando de autocarro, (ainda que use também o táxi, assim como as boleias dos amigos), e foi numa viagem de autocarro que ouvi a conversa que gerou este meu texto. Ali entre os Olivais, Chelas e Xabregas entraram no autocarro duas senhoras de provecta idade, aí pelos setentas e muitos, em santa conversa feminina e, a certa altura uma diz, com pena, para outra, “…e agora, a sua hortinha? Que pena ter ficado sem ela!”, “Pois”, responde a segunda “e olhe que as couvinhas que dava pareciam de seda! Uma delicia!”, olhos vivos, mãos de agricultora, uma vida quase inteira, atirada para um Bairro Social, de uma aldeia do interior, por razões que só as famílias conhecem…”Uma pena sim! E repare que quando perguntei porque é que estavam a destruir a minha hortinha disse lá disse o fiscal da Câmara, “Ora! Para termos aqui uma Zona Verde! Esqueça lá as couves!” E Reparemos que as Hortas Urbanas estão na moda! Mas, claro, desde que integradas num modelo qualquer ( entre o 35 e 425) de um formulário sem dúvida, aprovado por um qualquer funcionário público, camarário, (e há mesmo muitos, uns muito bons profissionais – alguns, conheço-os, levavam de casa, pago pelo seu bolso, meses a fio, o papel higiénico e o sabonete que o Santana Lopes e o Carmona tinham trocado pelos “estudos” para o Parque Mayer – e outros bem maus funcionários, em especial quando não é o seu partido a estar no Poder…) É a Reforma central para Portugal, e não só, que ainda está para ser feita – a das Mentalidades! (Daí a BD abaixo…) Então se a senhora andou anos a fio, nas traseiras do seu prédio social, com amor rural, a tratar da sua hortinha, com couvinhas de seda, que comia e que oferecia ás vizinhas, (ou que vendia), não é a senhora uma expert, a ser aproveitada pelos serviços camarários, para dinamizar e ensinar como se faz uma Horta Urbana? Ou os experts são somente os cocainómanos das Fitch e restantes agencias de notação que esquecem, a Vida, esta nossa Vida, e se limitam aos nºs dos OE’s dos Estados, para deles retirarem, à nossa custa, lucros de ladrão? Temos mesmo de aprender que são estas senhoras, velhinhas, setentonas, as verdadeiras experts quanto a estas, agora na moda, com no mínimo 100 anos de atraso, Hortas Urbanas e seria de todo importante, imaginar com algo bem útil, no plano social, que uma Zona Verde incluísse uma Horta Urbana, tratada pelos Vizinhos! Hortas Urbanas que as crianças visitariam, onde falariam com os Mais Velhos que, apesar das dores nas cruzes, se animariam bem mais ao mostrarem o como foram e são úteis, em vez, já imagino, de ver “Hortas Urbanas” tratadas por funcionários camarários, para sustento de nada, para além da modinha que segundo os arquitectos de modas, passará como passaram todas as outras. Ah, (!), e o PSU, francês, partido que foi onde esteve Michel Roccard, antigo primeiro ministro socialista, que aí pelos anos 70 do século XX falava na necessidade de Hortas Urbanas em Paris, no contexto das suas opções autogestionárias, socialistas radicais e ecologistas. Ah (!) e o arquitecto Ribeiro Telles em Portugal, como o António Eloy, a Isabel Moura e eu ali pela UEDS, já a finais dos tais anos 70, a falar do mesmo… Bem, elas, as Hortas Urbanas são, agora, moda. Mas espero bem que não sejam moda no contexto errado, como a historia que relato mostra! Porque seriam estas senhoras bem velhinhas as Pessoas Certas para gerirem as Hortas Urbanas, mesmo que alguns funcionários camarários entendam que não, que certo, certo, é mesmo a Zona de nada Verde, ali entre os Olivais, Chelas e Xabregas…. Estão a ver pois porque é que tenho, temos, de ser contra as Agencias de Notação? Porque a economia são as Pessoas e não os burros dos nºs das contas das Agencias de Notação! Por isso o Jantar, Pela Regulamentação Internacional das Agencias de Notação, que, a pedido de vários deixo à votação, ser a 5, a 6, ou a 7 de Janeiro de 2011, até amanhã pelas 17h!
publicado por JoffreJustino às 12:26
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