Sei que sou um ignorante caciquista, socialista, absolutamente impreparado para a vivencia democrática…
Nem o facto de ter sido dos poucos cidadãos do Mundo a ter estado preso nas cadeias fascistas de Salazar e Caetano e nas comunistas de Fidel e José Eduardo dos Santos e, finalmente, proibido de ser remunerado durante mais de dois anos pela ONU, pela União Europeia e pelo Estado Português me salva de tal visão que se tem sobre mim.
Mas, por vezes ainda tenho alguma memória.
E recordo-me bem de que quem mandava na TVI era a socialista PRISA.
Que me lembre nem a Manelinha Moura Guedes nem o seu inefável esposo se queixaram nunca de tal.
Ao que saiba auferiram boas remunerações, bem mais de 20 vezes acima do actual SMN, anos a fio com a socialista PRISA.
Ao que saiba foram nesses anos, com a socialista PRISA como sua patroa, que a Manelinha Moura Guedes insultou como quis e pôde, mentindo com todos os dentes que tinha, o primeiro ministro de Portugal, José Sócrates, fazendo como pôde um jornalismo partidário, em favor da sra Manuela Ferreira Leite e do seu PSD.
A minha memoria vai ainda ao ponto de me lembrar dos milhões de euros que o inefável esposo da Manelinha Moura Guedes recebeu, no negocio da ONGOING/TVI/PRISA que, ela sim ONGOING, queria controlar a TVI.
Por alguns meses, calaram-se, ele e esposa.
Felizmente, para os nossos ouvidos.
Agora um Juiz de Aveiro vem falar de um golpe de estado de José Socrates, primeiro ministro de Portugal, de um atentado contra a liberdade de imprensa, perpetrado pelo mesmo José Socrates.
E pelo PS claro!
Tudo para tramar o inefável casal e a tvi…
Provas? Lamento mas zero!
O juiz de Aveiro esqueceu-se delas…aos factos nada disse, parece ser a frase adequada.
Para além de afirmações telefónicas absurdas, típicas das nossas, de todos, conversas pessoais, como todos o sabemos.
Mas, sobretudo esquecendo-se o dito Juiz de Aveiro, que o que esteve e está em jogo, é o crescente controlo da Comunicação Social por parte de um cada vez mais reduzido nº de grupos empresariais – todos de Direita diga-se e de uma Direita que entende adequado haver o máximo de manipulação para conquistar a opinião publica.
Daí que os carnavais do sr Jardim continuem impunes!
Daí que aproveite este texto para saber quantos estarão, como eu estou, dispostos a exigir ao Estado Português que dos meus impostos, da totalidade deles nada se dirija para a Madeira!
Prefiro, lusófono que sou, que os meus Impostos sejam aplicados na Região Norte do país, na Republica de Cabo Verde e na Republica da Guiné Bissau.
Prefiro, lusófono que sou, que iniciemos o processo de dar, de vez, a Independência à Madeira!
Em primeiro lugar porque ainda o sr Jardim da Madeira era pró líbio, (no caso e ao tempo = a pró terrorista) e já eu era anticubano, ( ainda que guevarista…), pelo que em nada me agrade ser apelidado de “cubano”.
Em segundo lugar porque Regiões existem em Portugal, como a do Norte, que, essa sim, necessita de investimento e de apoio solidário e, ainda por cima, por lá trabalha-se não se vive à mama, desculpem, do orçamento do estado, dos meus impostos enfim.
Em terceiro lugar porque entendo que 1,6 milhares de milhões de euros é um Orçamento mais que bom para a Madeira, na crise em que vivemos, o suficiente para considerar os 50 milhões que a AR, através das Oposições, decidiram dar de borla aos sr Jardim da Madeira, para as estradas das amas do sr Jardim, são ofensivos.
Apelo pois a que os que concordem com este meu texto que o expressem para mim, pois se tiver mais de 100 respostas positivas, possamos Apelar, em Petição , Por Uma Aplicação dos Impostos, Justa, Solidária e Equitativa em toda a CPLP e não somente no Estado que o teme ser – a Madeira do sr Jardim! Vivemos na verdade em tempo de manipulação pura, na Comunicação Social.
Acho normal diga-se que o meu antigo amigo José António Lima, hoje um dos “bosses” do SOL, que quando necessitei de ganhar dinheiro, bloqueado que estava financeiramente pela ONU e etc, tenha preferido o silencio a dizer-me que escrevendo mal como escrevo e sendo ignorante como sou, não me podia ajudar, permitindo-me escrever umas peças que me permitissem auferir de um pouco mais do que então podia e conseguia ter.
O que já não acho mesmo nada normal é que o SOL aproveite um despacho de um juiz para encher papel, que nós Consumidores pagamos, com nada de novo para nossa leitura, para além das apreciações nada judiciosas de um juiz em nada isento e manifestamente manipulador.
É certo que o SOL é, hoje, um jornal do MPLA.
Curiosamente deveria ser um jornal socialista pois o MPLA é um partido da Internacional Socialista.
No entanto já não há quase ninguém que acredite que o MPLA seja socialista, (à excepção, acredito, de uns poucos diplomatas portugueses, e de uns poucos, mesmo muito poucos socialistas que lidam com as Relações Internacionais e, talvez de um ou outro coronel na reserva ex mfa…).
Pois o MPLA fez, no seu ultimo Congresso, seu convidado de honra português, não o PS, mas sim o PSD…
O SOL é pois um jornal partidário ao estilo do Jornal de Angola, o jornal do Estado do MPLA, enfim, o jornal do MPLA.
Os jornalistas Angolanos que relatem o como é…já que eu já não sou jornalista.
E aconselho seriamente a leitura do sr George Soros sobre a Comunicação Social dos dias de hoje, para percebermos que as maleitas que esta dita “informação” origina, aqui e em toda a parte, infelizmente.
Joffre Justino
Vinda de Angola,
Tenho observado, vivido e sentido diariamente a acção chinesa nesta terra. Posso afirmar-te que o texto do Luciano Pires deve ser mesmo verdade. Os chineses vão engolir isto tudo, estão fazendo. Adivinho, ou antes, prevejo exactamente aquilo que Luciano descreve. Os chineses operários aqui... tenho muita pena deles... faço uma pequena ideia o que se passa lá na China... mas não quero expressar mais nada, porque as coisas aqui estão muito estranhas e cada dia mais complicadas. Um dia destes, conto-te o que se está a passar aqui... não vais gostar! Mas vai ficando cada vez mais inseguro e perigoso.
Vinda de uma Amiga e que releva este drama do BPN,
Gostava que me ajudasses a perceber o seguinte:
Neste país abundam os avisos aos idosos para não se deixarem enganar por vigaristas que de uma ou outra forma os enganam e roubam-lhe o que podem. A PJ adverte para as abordagens na rua, os esticões que levam as carteiras, e os mil e um estratagemas que se arranjam para "limpar" os velhotes, muitas vezes as poupanças de uma vida. Pois bem, neste mesmo país, os velhotes (neste caso a minha Mãe de 82 anos, por isso sei do que falo), com todas as precauções para não ser roubada na rua, dirige-se ao BPN, ao gerente da agência e gerente de conta, homem da sua confiança portanto e pretende fazer um Depósito a Prazo com todas as sofridas poupanças que o meu pai conseguiu amealhar, tendo falecido então recentemente. O senhor gerente, aconselha-a a que não faça um depósito com tudo e apenas 50%, aplicando os outros 50% num investimento um bocadinho melhor e com total garantia do BPN. A senhora resiste, pois "papel comercial" para ela sempre lhe soou a "papel higiénico"...Ela diz que não quer nenhum risco - risco zero -, pois é tudo quanto tem e a reforma é a reforma mínima. Ele consegue convencê-la por fim, apelando à confiança "então a senhora não me conhece?" "acha que a ia enganar?"...(disse-me o mesmo ao telefone)...Só que na data do vencimento (em Janeiro 2009), nem dinheiro, nem garantia do BPN!... Há provas de que os funcionários do banco tiveram instruções para vender dessa forma o "tal produto" e o mesmo gerente continua a afirmar perante testemunhas que o fez dessa forma e que nunca o desmentirá.
Querido Joffre, em que país estamos? Devem estar a gozar connosco quando abrem as notícias com a detenção de algum larápiozito e se remetem ao silêncio perante um escândalo de burla imoral e criminosa como esta. Ou seja, de repente o gerente de um banco "limpa" 50.000 ou 100.000€ a um honrado cidadão e...não há notícia? Nem indignação? Posso-te garantir que esse gerente foi promovido e passou para outra agência. Estamos num país que fecha os olhos a estas coisas?
Desculpa-me o desabafo, mas sei que por vezes quem amealhou alguma coisita é mal vista. Os meus pais não herdaram fortuna e todo o fruto de 25 anos de trabalho em Moçambique (de trabalho mesmo), ficou lá. Trouxeram nada aos 50 anos. O resto, foi trabalhado muito duro e poupado até ao dia da morte, aos 80 anos. O meu pai trabalhou até aos 80 anos, mesmo após um cancro nas cordas vocais e uma traqueostomia, durante 16 anos. Nunca soube fazer negócios e a única fonte de rendimentos saía-lhe do corpo, poupando até na voltagem das lâmpadas. Tinha a reforma mínima e um pavor de vir a depender dos filhos. Isto é um parêntesis apenas.
Porque é que a polícia não prende esses gerentes que enganaram as pessoas? Não é crime? Não é burla? Qual a diferença entre esses e os que andam por aí a ver se levam a carteira de uma esticadela? Irmão, ajuda-me a compreender isto, porque não consigo entender. Será que não estou a viver no meio de uma grande palhaçada sem graça nenhuma?
A nossa crise é apenas uma crise de valores - ou estou errada?
Vinda de quem sendo de Portugal Acompanha o Mundo
Não pude deixar de ler o texto relembrando o que se antevia há pelo menos dez anos atrás nalguns sectores, um dos quais em que trabalhei, o automóvel. E estou a falar da China e não dos "dragões asiáticos" (sim, apesar de ser benfiquista é mesmo assim que lhes chamam, apesar de lhes chamarem também "tigres asiáticos") pois no caso desses falamos de há 20 anos atrás.
Isto para dizer que a consciência das consequências do modelo que seguimos está desde sempre presente na mente dos empresários (ou melhor, dos administradores preocupados com o seu bolso e dos accionistas que "representam") mas com o qual assobiam para o lado.
Relembro ainda que esta dependência é assumida desde há muito, e não falo de Tiananmen em que a China ainda era vista como cliente, mas desde que os presidentes americanos começaram a "bajular" os líderes chineses, Bush incluído, aí muito por culpa de ser a China a detentora de grande parte da dívida pública americana e a qualquer momento poder estrategicamente causar um colapso económico, comparado com o qual a recente crise foi apenas um espirro.
Por incrível que pareça o "mundo ocidental" não está preocupado que a China não cresça mas que o faça abaixo de 5 a 6% anuais, valores com os quais não só a economia mundial colapsaria mas que criariam revoltas sociais (e naturalmente étnicas) na própria China de consequências imprevisíveis.
Ou seja, o alimento que é dado à praga, qual pescada de rabo na boca, acaba por ser para que a praga não nos coma a "nós"...
Vinda de Portugal de um Amigo da RPChina e aí vivente alguns anos
É a velha tese do "Perigo Amarelo." Não seria mau o Joffre e o Luciano brasileiro serem mais cuidadosos e conhecedores ao abordarem a realidade chinesa. A partir de algumas questões pertinentes e importantes, não se tome a parte pelo todo. O mundo chinês costuma escapar ao entendimento do bem ou mal intencionado analista ocidental.
Vinda da parte do Carlos em segunda Intervenção
Em casos como estes, esquece os esclarecimentos, porque o não são! "E-maila" antes os insultos, que para alem de profilácticos são muito mais esclarecedores que os esclarecimentos! Já viste o que é gramar com os esclarecimentos de um Mussollini ou de um Chavez, para prosa dessa basta o insulto, é no todo e também do ponto de vista ideológico,... definitivo! (Não te esqueças que as coisas andam "encrespadas", é preciso ter cuidado, pois em Portugal, existe um Pol Pot em cada esquina, em cada lar... em cada português!)
" Eles começaram perseguindo os comunistas, e eu não protestei, porque não era comunista. Depois, vieram buscar os judeus, e eu não protestei, porque não era judeu. Depois ainda, vieram buscar os sindicalistas, e eu não protestei, porque não era sindicalista. Aí, vieram buscar os homossexuais, e eu não protestei, porque não era homossexual. Aí, vieram buscar os pretos, e eu não protestei, porque não era preto. Aí então, vieram buscar os ciganos, e eu não protestei, porque não era cigano. E depois, vieram buscar os imigrantes, e eu não protestei, porque não era imigrante. Depois, vieram-me buscar. E já não havia ninguém para protestar! "
retirado do "expresso", de leitor em resposta ao Sr. Henrique Monteiro e ao seu belo naco de prosa em defesa do Sr. Crespo, ou terá sido do Sr. Lima???
Não sei se sou um bem ou mal intencionado analista… sei sim é que me espanta ver os deputados das Oposições a referirem que, no caso da Madeira, se discute um acréscimo de 0,04% da despesa publica sem referir que, além deste acréscimo, a Região Autónoma da Madeira recebe dos nossos impostos 1,6 mil milhões de euros e que tem a intenção de continuar a fazer com que paguemos os alcoólicos carnavais onde predomina um Jardim que nos insulta enquanto cubanos e outros epítetos equivalentes…
É cansativo este senhor Alberto João que se dá ao luxo de nos pôr a pagar as estradas que levam a sua casa à casa da antiga ama dos seus filhos. Mas, mais cansativa é esta percepção de que os deputados das Oposições querem brincar com os nossos impostos também.
Seria bem mais positivo para o país que a reflexão política passasse mais pelo debate que estamos a desenvolver – o papel da Novas Potências Mundiais, como a RPChina, por exemplo – pois as economias hoje não são afectadas pelas alcoolic/alimentadas ideias do sr Jardim, mas sobretudo pelas atitudes de desleal concorrência como a de países/potencias mundiais como a RPChina se arrogarem, totalitariamente, no direito de imporem aos seus trabalhadores salários da ordem dos 100 dólares mês!
É cansativo ainda não estarmos a colocar na prisão quem abusou da boa fé dos cidadãos idosos, como é relatado acima, levando-os a perderem poupanças adquiridas com o esforço de uma vida!
É cansativo vermos países “revolucionários”, afirmando-se comunistas, como a RPChina, a explorarem as potencialidades de um pais como Angola, mantendo as populações angolanas a auferirem, 30% dos Angolanos, menos de 1 dólar por dia e 80% dos Angolanos menos de 5 dólares por dia!
Há que compreender a RPChina?
Lamento mas não há que compreender nada, absolutamente nada, há sim que os forçar a respeitarem os Outros, enfim Nós Todos, a começar pelos Chineses que têm de aturar tais elites – e por 72euros mês e mais de 12h de trabalho diário!
É cansativo ver deputados, com doutoramentos em Finanças Públicas, como o sr Francisco Anacleto Louçã, a escamotearem nas suas “doutas e televisivas” opiniões, que o que está em discussão quanto à Madeira são 1,6 mil milhões de euros mais 50 milhões de euros!
É cansativo que queiram fazer de nós todos – uns burros!
Em nome de uns votitos! Aquela “burguesa visão” da Democracia, que ele, claro, não tem…
Mas é normal!
Desconhecem, eles todos, o trabalho que dá, nesta global economia, ter Clientes, ter actividade, ter projectos, pagar salários, manter postos de trabalho!
Porque são daquela “rica esquerda” que fecha os olhos quando não gosta do que vê, em vez de procurar pensar no como se chegou a tal e qual a solução para mudar.
É uma “esquerda” fina esta.
Que esconde as maleitas dos amigos, como a RPChina, que olha para o lado também quando sabe que lá, na casa dos seus amigos, não estamos a discutir 415 euros de salário mínimo nacional.
Porque os Chineses nem salário mínimo nacional têm!
Serei “anti-chinês”, eu?
Não.
Quero é que a elite chinesa, a liderante no Partido Comunista da China, redistribua os rendimentos de forma mais saudável, mais participativa, mais democrática.
Como quero o mesmo por cá!
Porque, a suceder tal, harmonizaremos a concorrência, a nível planetário havendo mais economia para mais Pessoas.
Porque a suceder tal, o papel da RPChina será, então, um saudável papel que reforçará uma melhor Vida para Todos Nós, os Viventes neste Planeta.
Recebi de Edmundo Rocha o email abaixo, “A Praga Mundial Que Ninguém Quer ver - A China do Futuro”…, ou Made in China/Estão a alimentar o dragão…
Começo por esclarecer que dragão, dragão é o FCP e não a China, portista que sou não posso deixar passar em branco esta gaffe, só desculpável porque vem do Brasil.
Resolvido este problema, que não é menor, resta reflectir um pouco sobre a ideia base do texto de Luciano Pires e para o efeito começo por recordar um texto antigo que se não me engano se chamava algo como Quando a China Acordar….no mesmo eram levantadas estas questões, tomando como base o poder demográfico da RP da China. Como se vê, o Brasil, país em desenvolvimento com níveis de rendimentos bem mais baixos que os portugueses, ( como sabemos o SMN em Portugal está nos 475 euros, afectando não mais de 8% da população activa), já está assustado com a capacidade competitiva da economia da RPChina conhecida como sendo a economia de um país dois modelos, comunista e capitalista selvagem/neo liberal do mais puro, bem ao gosto de João Carlos Espada, e não sei se de Pacheco Pereira.
Como se percebe no texto abaixo, a componente do modelo capitalista selvagem/neoliberal está em forte expansão e extensão geográfica tomando m2 a m2 o interior da RPChina, como meio de baixar cada vez mais os “já elevados” rendimentos das áreas “mais avançadas” da RPChina, que se situam nos 100 Dólares mês, (72 euros).
E, note-se, na RPChina não há horas extraordinárias para ninguém, nem quaisquer outros benefícios sociais!
Esta é a componente económica dominante da Crise Mundial – a existência de uma potencia mundial que se sustenta com base na mais miserável das misérias das suas populações, (e, ainda por cima, dizendo-se comunista!).
Como é evidente, os capitalistas selvagens, que também os há claro, ( se existem comunistas selvagens porque não existirem capitalistas selvagens?), aproveitam a situação deslocalizando capitais, equipamentos e know-how para este “paraíso económico” que é a RPChina.
E, claro, reforçando o papel da RPChina na economia globalizada de hoje.
Como resistirão, enfim, estes selvagens sem pátria, a um país onde domina a “ordem”, perigosamente comunista mas “ordem”, e a 21% dos salários portugueses, ou a 33% dos salários brasileiros?
Esta é a componente económica da Crise Mundial, pois a RPChina representa ¼ da mão de obra Mundial, pelo que a sua economia e os custos da sua actividade económica se mostram desastrosos para o modelo social europeu e até para o modelo neoliberal americano do tempo do sr Bush, quanto mais de Obama!
É claro que, lamentavelmente, o factor comunista da RPChina tem vindo a sustentar esta economia delapidadora que é a deste país. Como sabemos os comunistas dominam ainda componentes essenciais do Movimento Sindical Mundial e o factor comunista da RPChina bloqueia a sua capacidade reivindicativa, como temos visto.
Campanhas contra os salários de fome na RPChina, onde estão elas?
Onde andam as Campanhas Contra a Concorrência desleal deste país?
Onde anda a CGTP, quer a CGTP/PCP, quer a CGTP/BE, por exemplo?
Claro que, ppr causa do factor comunista da RPChina – a assobiar para o lado!
E onde andam os meus companheiros da Esquerda Liberal, JC Espada e Pacheco Pereira também? Por causa da componente capitalista selvagem/neoliberal – a assobiar para o lado também, par a par com os comunistas!
E, como recorda e bem Luciano Pires, director de marketing, quando acordarem comerão, como os trabalhadores chineses – uma malga de arroz!
A não ser que travemos este caminho destruidor lutando pelos Direitos Humanos dos Chineses, assim como por uma adequada Distribuição da Riqueza na RPChina, comunista ou não que aproxime os seus salários dos europeus, potencia mundial que é!
Porque a RPChina é, hoje, a Praga que corrói a economia mundial!
Made in China/Estão a alimentar o dragão A PRAGA MUNDIAL QUE NINGUÉM QUER VER - A CHINA DO FUTURO Luciano Pires - diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Se o Brasil fabrica um milhão de unidades de um determinado produto , uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reacção é impressionante. Os chineses colocam qualquer produto no mercado em algumas semanas... Com preços que são uma fracção dos praticados aqui. Uma das fábricas está a mudar-se para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares! Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que, acrescidos de impostos e benefícios, representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios... Horas extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extra sabendo que não vai receber... Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder. Os chineses estão a tirar proveito da atitude dos técnicos de marketing ocidentais, que preferem "tercializar" a produção e ficar com o que "agrega valor": a marca. Dificilmente consegue adquirir nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo americano. Há empresas a ganhar rios de dinheiro comprando aos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares... Mesmo que à custa do fecho das suas fábricas. É o que eu chamo "estratégia preçonhenta". Enquanto os ocidentais "tercializam" as tácticas e ganham no curto prazo, a China assimila as tácticas para dominar no longo prazo. As grandes potências do mercado que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais. Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de sapatilhas pelo mundo.. Só na China. Que então aumentará os preços, produzindo um "choque da manufactura", como foi o do petróleo. E o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou (Vale salientar que o mundo Árabe, como disse Obama, é como é, graças aos petrodólares ). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atómica... Chinesa. Nesse dia, os executivos "preçonhentos", olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados a jogar a bisca na esquina, para as sucatas dos seus parques fabris desmantelados. E lembrarão com saudade o tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho aos chineses e vendendo caro aos seus conterrâneos. .. E então, entristecidos, abrirão as suas marmitas e almoçarão as suas marcas. E isto é em comparação com o Brasil! Agora imaginem com a Europa.
“Caro Joffre,
Achei que, apesar de tudo, não seria de dizer que o homem tem os parafusos desapertados. Mas depois fiz uma pesquisa na internet para ver se encontrava o tal artigo em que ele conta a historia e fui ter a um artigo dele no JN com o título “O palhaço”. Aí percebi que, de facto, a postura do senhor não é só ódio ao Sócrates… Experimenta ler…” (Vindo de um amigo)
“E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público.” (vindo de Mário Crespo no JN)
Pois é.
Temeroso o Mário?
Não. Ele sabe, somente, as linhas com que se cose e as alianças que arranja para se proteger.
Ele sabe os insultos que espalha, venenosamente pelo ar, impunemente, pois está, (sabe-o), a abusar de um direito que lhe assiste – o de expressão – para fazer a sua política – a da Direita sempre caceteira.
E a razão do seu cacete está bem patente no texto que publicou no JN, livremente, sem pressões, com o titulo “O Palhaço” e que acima cito.
Acima cito também a verdadeira razão da zanga do Mário - as nacionalizações dos bancos, BPP e BPN, que privados que eram abusaram dos seus clientes, deixando-os no estado em que estão.
Culpa da situação, segundo o Mário?
Dos administradores que tudo fizeram para viverem à grande e à francesa com as contas dos Clientes, com a compra e venda de empresas off-shore à custa das contas dos clientes?
Nop!
Culpa do primeiro ministro, culpa do governo, culpa do PS, culpa do socialismo.
(Se tivesse o governo seguido a linha neoliberal – deixar fechar o banco e arrastar com este fecho mais dois ou três e de seguida deixar estalar a crise financeira, totalmente, em Portugal, o Mário, claro, acharia bem – vive dos dinheiros públicos, dos impostos do Estado, de empresas publicas, à fartasana, sem nunca se queixar, quer lá saber da economia de mercado! Os Clientes dos Bancos em causa é que nada veriam das suas contas…nem os portugueses, para além de mais e mais crise)
O Mário é um pantomineiro!
Que se recusa a aceitar que, no país, exista quem sabe o que dói uma crise, e que, por isso, sabe que a estabilidade, a boa gestão, o controlo das contas publicas, o incentivo adequado, pelo Estado, à dinamização da economia, é essencial.
Como é essencial, claro, a penalização dos ladrões, pantomineiros como o Mário, de avião para a reforma, de passeatas por bancos cabo verdeanos internetianos, de gentinha que se sente impune e protegida por ser filha de.
Infelizmente só está sob prisão um banqueiro e é tal a razão da zanga de muitos portugueses, pois, na verdade, sabe a pouco, em nome da Justiça.
E não é por achar mal que existam banqueiros, nada disso, eles, (os bancos), são as veias onde corre o sangue da economia, a moeda, gostem ou não os BE, e os PCP que não querem aprender com a derrocada da URSS e filhotes respectivos.
Os Banqueiros são essenciais nesta economia.
Mas, já o diz a Bíblia, é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico chegar ao reino dos Céus. E não diz que é impossível ver o rico no reino dos céus, diz somente que tal é bem difícil.
Porque a responsabilidade deles é grande, pois as vantagens deles grandes são, é fácil vê-los a cair na avareza, na luxúria.
Tão somente.
Desta forma há que recordar aos Banqueiros as responsabilidades que têm.
E não foi o caminho que o Mário seguiu.
O Mário seguiu o caminho da facilidade, do insulto, para proteger os Ricos, fingindo não o fazer.
O Mário insultou, abusou, e esperava o quê?
Festinhas nas costas?
O Mário é, por isso, um pantomineiro
Bom dia,
Este país, como diz, mais abaixo, Manuel Rodrigues Vaz, jornalista, bem critico em relação ao Governo diga-se, porque tem por principio ser critico e não subserviente, deve, como ele se assume poder estar, (mas não está, ele, Manuel), “maluquinho”…pois só o país é que pode estar…
E sobretudo alguns jornalistas/divas/os, entre eles ao que parece a direcção do sindicato dos jornalistas…
Confesso que não vejo em Mário Crespo nada de especial, enquanto jornalista, sendo, enquanto pessoa, do que me lembro bastante simpático.
Também, diga-se, entendo que não é, de forma alguma um mau jornalista.
Diz o que diz, escreve o que escreve, assume-se de Direita e é-o, e mais nada.
Lamento é que sendo de Direita, ao que tem todo o direito, transforme as suas posições, textos e intervenções, sempre, em elementos de promoção partidária, da Direita.
É aqui que se fragiliza o seu papel de jornalista.
Não resisto a deixar uma nota antes de continuar e cito o texto de Mário Crespo, “O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão…”.
Quando Mário Crespo assume os três nomes políticos porque não assume o nome do executivo da televisão e porque é que estabelece esta distinção?
A sua “fonte” foi esse executivo? Parece pouco crível já que estava demasiado evidente, (estava na mesa com os referidos primeiro ministro e ministros)…
Teme Mário Crespo represálias desse executivo?
….
Ou, silencia o seu nome somente, porque se trata de um colega?
Mas na verdade faço a citação porque é este “modelo de jornalismo”, feito de insinuações e pequenos silêncios, que é, sem duvida pouco aceitável, porque nada ético.
Demasiado MMGuedes!
Que, diga-se nunca explicou a sua função no súbito/recente enriquecimento do esposo, (ao que a comunicação social, alguma somente claro, explicitou).
Mário Crespo terá sido dado e cito o próprio, “como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.
Como diz Manuel Rodrigues Vaz que tem o resto do mundo a ver com as dores de Mário Crespo, sobre opiniões pessoais, seja de quem fôr?
Nada.
É esse o principio dos princípios da liberdade de expressão da opinião.
Nota curiosa ainda, e cito Mário Crespo, “Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo “…
Pena é que não sabemos se o registo foi uma gravação, ou um filme, em tlm, ou com material mais especializado….
Ou se se limitou a uma memória em papel de guardanapo.
Ou se nem isso.
Enfim, caminhamos, neste país, para o mais kafkiano dos ridículos!
Com sindicatos a darem cobertura a estas pantominices(!), quando se deveriam preocupar com a forma como os jovens jornalistas são remunerados nos dias de hoje, entretêm-se com comunicados anti governo, para mostrar isenções que não têm….para onde vai este país senão para um manicómio?
De: Sindicato dos Jornalistas Data: 1 de Fevereiro de 2010 19:20 Assunto: SJ solidário com Mário Crespo Para: manuelrvaz@gmail.com
http://www.jornalistas.eu/
Rodrigues Vaz
SJ SOLIDÁRIO COM MÁRIO CRESPO O Sindicato dos Jornalistas (SJ) critica as alegadas referências desprimorosas e ofensivas que terão sido feitas por membros do Governo ao jornalista Mário Crespo. Leia mais em: http://www.jornalistas.eu/noticia.asp?id=7831&idCanal=573
De: Manuel Vaz [mailto:manuelrvaz@gmail.com] Enviada: segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010 21:38 Para: Joffre Justino Assunto: Fwd: Mário Crespo
---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Rodrigues Vaz Data: 1 de Fevereiro de 2010 21:36 Assunto: Mário Crespo Para: sinjor@mail.telepac.pt Olá, camaradas! Não compreendo muito bem esta: o sr.Mário Crespo escreve no JN o que muito bem quer. E ainda bem, que estamos em democracia. Pelos vistos o PM e mais dois ministros tiveram uma conversa, pelos vistos privada - porque é que não podem também criticar, quem os critica? - só que um site ligado ao PSD é que põe isso no ar, não foram eles. pelo que se depreende na vossa comunicação. Custa-me a compreender tudo isto, devo estar maluquinho ou parvo ou então as duas coisas, ou... Bem, pelos vistos vocês é que sabem tudo... E mais não digo. Cumprimentos do Manuel Rodrigues Vaz Sindicalizado com situação regularizada